Posts com Tag ‘respeito’

Senta, que lá vem história!

Publicado: 30 de outubro de 2011 por Mathias em Comportamento, Cotidiano, educação
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Já temos as divisões de classes sociais baseado exclusivamente no poder do dinheiro para obter mordomias.

Os privilégios do funcionalismo público com regalias diferenciadas do resto dos trabalhadores das empresas privadas.

Tem a classe política, que está acima de qualquer suspeita e aproveita-se das brechas do poder judiciário.

Os policiais também, vivem em um mundo paralelo de abuso de poder e coxinhas de padaria de graça.

Temos os advogados, médicos e mais alguns profissionais que se acham seres superiores, acima do bem e do mal.

Agora surgiu mais uma nova modalidade de super-pessoas, um novo grupo que esbanja arrogância e pede privilêgios… são os estudantes da USP.

Os mauricinhos e patricinhas, metidos a socialista, citando Karl Marx, e criticando o neo-liberalismo acham-se no direito de dar um tapa na pantera, e curtir uma libertinagem total no campus a USP sem que as leis sejam aplicadas par eles.

Meu conselho:

Se você está indignado, assim como eu, provavelmente você não estuda na USP, não é policial, nem político… não é advogado nem médico.

Então amigo… cumpra as leis, pague os impostos em dia, senta e chora.

Att,

Mathias.

Ouvindo: 

 

Qual o instinto mais primitivo do homem? O medo ou a preguiça??

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Respeito!

Publicado: 2 de junho de 2011 por Kzuza em Comportamento, Cotidiano
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Tá bom, sei que já escrevi muito aqui sobre respeito, preconceito e o mundo chato de hoje em dia. Mas vou continuar batendo na mesma tecla.

Isso porque outro dia vi, lá em São Caetano, umas faixas de uma nova campanha chamada “Respeito Total ao Pedestre”. Em São Paulo também está se falando muito nisso ultimamente. Então fiquei pensando: puta iniciativa legal, né?

Ao mesmo tempo, o governo federal vive um impasse sobre liberar ou não o tal kit anti-homofobia nas escolas. Isso para que as crianças tenham mais informação e não tenham preconceito quando ao homossexualismo.

Aliás, não se fala em outra coisa ultimamente senão no respeito aos gays, não é mesmo? Vi até que a Polícia Militar do Rio de Janeiro será especialmente treinada para lidar com homossexuais.

Prega-se também o total respeito à negros e à cadeirantes.

Fala-se muito em bullying nas escolas. Tenta-se coibir isso, para que as criancinhas aprendam a respeitar os seus amiguinhos e tratá-los todos igualmente.

Peraí, caralho! Será que sou só eu que estou percebendo que o problema, na verdade, não é relacionado aos pedestres, aos gays, aos negros, aos cadeirantes, ou às crianças gordinhas ou de óculos?

O problema é muito maior. O problema geral está no fato de que o homem não respeita mais ninguém, meu camarada. Vivemos num canibalismo social cada vez mais acentuado, onde o mais forte come o mais fraco. E infelizmente é cada vez mais raro pessoas que saibam respeitar umas às outras.

Sério, quantos exemplos não vemos diariamente que comprovam o que estou falando? O cara não respeita a fila do ônibus, a fila para entrar no metrô, não levanta para dar lugar a um idoso. Muita gente é incapaz de realizar uma gentileza sequer, por mais simples que seja. O que podemos esperar?

Além do mais, eu sou um puta cara cético sobre esse assunto de preconceito. Aliás, não sou nem muito adepto a esse tal lance de “pré” conceito. Pra mim, é conceito mesmo, e TODOS nós temos os nossos. É sério. Se você diz que não tem preconceito, você é um hipócrita! Mentiroso descarado! É sim. Porque preconceito não é somente quanto à raça ou opção social. Vai muito além disso, e está em todo lugar, queira você ou não. É natural do ser humano. Cada um forma os seus próprios conceitos.

Quer um exemplo claro de que o preconceito está presente em tudo? Você sabia que, em pleno século XXI, o Banco Bradesco não admite funcionários que usem tatuagem? Homens não podem usar barba, nem brincos. Piercings? Nem pensar. E por que, em relação à isso, ninguém resmunga? Quer dizer que o cara é pior que o outro porque usa barba?

Se você acha que não tem preconceitos, pegue um ônibus lotado, seu hipócrita. Ou um metrô. E analise se você olha todas as pessoas da mesma forma. Pessoas anônimas, que você provavelmente nunca mais verá na vida.

Eu acho direito de cada um gostar e deixar de gostar do que quiser. E defendo isso. Assim como defendo que ninguém deve se sentir ofendido porque outra pessoa não gosta dele, por qualquer que seja o motivo. Fico putíssimo com isso. Já pensou se toda menina de cabelo rosa ficasse ofendida quando as pessoas preferissem não sentar ao lado dela no metrô? Já pensou se todo tatuado resolvesse fazer manifestação ou entrar com processo contra aquelas senhoras que olham de atravessado para eles?

Parem de utopia! Chega de tentar achar uma forma de termos um mundo onde todos gostam de todos. Nunca será assim!

A questão, meus caros, como levantei lá no início do texto, é o RESPEITO! É isso que está faltando. Poderia ficar escrevendo mais inúmeras linhas aqui sobre o que eu acredito serem as causas da falta de respeito entre os seres humanos, mas vou parar por aqui.

Goste de quem quiser, e desgoste de quem quiser também. Isso é natural! Só faça um favor pra humanidade: respeite os outros! Respeite os que gostam e os que não gostam de você também.

Particularmente, eu acho muito mais fácil respeitar quem eu não gosto, do que gostar de tudo e de todos. E você?

Tolerância

Publicado: 4 de junho de 2010 por Kzuza em Comportamento
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Tenho aprendido bastante nos últimos dias a respeito de tolerância. Sim, porque muitos problemas que nós humanos enfrentamos tem relação direta com a tolerância que cada um tem frente aos fatos.

Já falei aqui da tolerância no casamento, mas o assunto é muito mais sério quando falamos no ambiente profissional. Isso porque a intolerância leva ao desrespeito, e isso abala qualquer relação profissional. Aliás, o desrespeito abala qualquer coisa.

E isso explica por que os homens brigam. Isso explica porque existem guerras. Não é pela divergência de opiniões, porque todos somos diferentes e todos divergimos em alguma opinião. Mas o motivo das guerras é porque um dos lados não soube tolerar a opinião alheia.

Comecei a pensar quantas vezes eu também não fiz isso. Quantas vezes não tolerei uma opinião divergente da minha. E quantas “guerras” não causei. A questão não é defender a razão. Porque por mais que se tenha razão, não é isso que a tolerância leva em conta. E ser tolerante não quer dizer exatamente ser covarde, fraco. Ser tolerante muitas vezes é sinal de sabedoria, de sucesso.

Filosofei.

Vencedores e Perdedores

Publicado: 12 de abril de 2010 por Kzuza em Comportamento
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Sábado teve jogo. Aliás, um jogaço. São Caetano contra Rio de Janeiro. Ou Blausiegel contra Unilever, para não deixar os patrocinadores de fora. Semi-final da Superliga Feminina de vôlei. A série estava empatada em 1×1, cada time tinha vencido um jogo em seu domínio, e o desempate seria na cidade maravilhosa, devido à melhor campanha na fase classificatória.

E deu Rio. Com sobra, apesar dos 3×2. Mas jogaram demais e mostraram porque são hexacampeãs, e porque vão à sua sétima final consecutiva, junto com o Sollys Osasco. Ruim para as meninas do São Caetano, e para mim, que torci muito por elas esse ano. Fui a quase todos os jogos em São Caetano esse ano, e gostei muito do que vi. Pena que elas enfrentaram um adversário que foi melhor.

Mas aí você me pergunta: Pô, que papo é esse? Escrevendo sobre um time que perdeu?

Eu explico. Porque o destaque aqui não está para os times, mas para as torcidas. E aí sim posso dizer, porque acompanhei do início ao fim, que São Caetano deu de goleada em cima do Rio de Janeiro. Porque aqui sim a torcida foi muito superior. Talvez não em tamanho, talvez não em barulho, e nem sei se em lealdade com o time (muita gente só apareceu no último jogo). Mas a torcida do ABC paulista foi muito superior em educação e em respeito. Às jogadoras do time local, e a todas as adversárias, pois todas são profissionais.

O que se viu na cidade do Rio de Janeiro foi um total desrespeito às jogadoras da equipe paulista. Insultadas pela torcida. Ofendidas. Para se desestabilizarem. Como se a equipe do Unilever precisasse disso para vencer. Como se não bastasse a qualidade das jogadoras em quadra para ganhar a partida. Mas o povo carioca, que talvez devesse ser um pouco mais receptivo, humilde e solidário, principalmente após as tragédias da semana que se passou, mostrou seu lado mais cruel. Mostrou o que foi o Panamericano de 2007, e o que serão as Olimpíadas de 2016. Ofensas aos adversários. Desrespeito pelo trabalho dos demais, sendo que todos são iguais.

Ao final do jogo, a jogadora Mari disse em entrevista que não sabia porque a torcida estava a tratando daquela forma. Ela, que reagiu às provocações, disse que não tem “sangue de barata”. E se mostrou sensata, perguntando: “E se amanhã eu vier jogar aqui? O que eles vão dizer de mim?”.

As provocações saíram das arquibancadas e invadiram a quadra. A própria levantadora Dani Lins, atual titular da nossa seleção brasileira, também falou o que não devia. E foi filmada. Justo ela, que na sequência irá jogar ao lado de Mari e Sheila, defendendo as cores do país. Então, o que falará?

Mas é isso. O esporte é feito de vencedores e de perdedores. E o voleibol do Rio de Janeiro foi sim vencedor, mas toda sua torcida saiu derrotada. Mais um caso de um time que não tem a torcida à sua altura.

E para fechar, um som que transmite bem isso: Social Distortion – Winners and Losers

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