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Quando a exceção vira regra

Publicado: 30 de janeiro de 2017 por Kzuza em Comportamento
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Andei reparando em uma coisa ultimamente: quase todo mundo está se utilizando de casos excepcionais para (tentar) confirmar as suas convicções ideias. E isso em todos os aspectos da vida.

Já disse aqui anteriormente que as pessoas utilizam-se de vários subterfúgios para confirmar suas ideologias. Procuram encaixar os fatos, nem que seja manipulando-os, em sua forma de pensar. Mas nada para mim é tão gritante quando tentar se utilizar de casos isolados para confirmar determinado pensamento. Exemplos para isso não faltam.

O cara pega o exemplo do filho da faxineira, cujo pai alcoólatra fugiu de casa quando ele ainda era um bebê, e que passou em primeiro lugar em Oxford após ter estudado apenas com livros encontrados no lixão de Carapicuíba para dizer: está vendo só? Basta ter vontade e se esforçar! A meritocracia funciona! Vagabundo tem mais é que se foder mesmo!

O outro pega um caso de massacre dentro de uma escola americana, onde um estudante armado de uma submetralhadora matou 10 coleguinhas e depois se suicidou, e sai bradando por aí: a solução é proibir a venda de armas de fogo! Veja que absurdo! Se o garoto não tivesse uma arma, nada disso teria acontecido! Vidas precisam ser poupadas!

O terceiro pega o caso do avião da Airfrance que caiu no meio do oceano em 2009 por uma falha mecânica e diz: É por isso que eu não vôo! Voar é muito perigoso!

O quarto pega um dos muitos casos de estupro registrados no Brasil e brada: Vivemos uma cultura do estupro!

O quinto pega um caso onde um preto foi discriminado por conta da cor da sua pele e logo se prontifica: vivemos em uma sociedade racista!

Enfim, poderia ficar citando inúmeros exemplos aqui. E o que eu quero dizer com isso?

Nos 5 casos acima, independentemente do acontecimento ocorrer em proporções maiores ou menores dentro do todo, o conjunto desses acontecimentos nunca é maioria. Há muitos poucos casos de filhos de faxineira sendo aprovados em Oxford. O número de mortos em massacres em escolas americanas é muito baixo (para se ter uma ideia, mais pessoas morrem atingidas por raio nos EUA do que nesses massacres). O número de aviões que decolam e pousam em seus destinos normalmente é infinitamente maior do que aqueles que sofrem acidentes. A maioria esmagadora da população brasileira abomina ferozmente o estupro, inclusive os presidiários. E eu duvido que você me comprove que a maioria das pessoas que você conhece são racistas.

Por outro lado, veja só, esses casos isolados servem para nos mostrar uma coisa extremamente importante: tais eventos são perfeitamente possíveis, tanto é que ocorrem muitas vezes. Isso não quer dizer que esse seja um comportamento padrão, mas sim nos deixam em alerta para a possibilidade de ocorrência desse evento. Além disso, são eles que nos fazem evoluir como sociedade: eles nos ensinam como prevê-los, como combatê-los e, principalmente, o que fazer quando eles ocorrem.

O problema que eu vejo quando se toma a exceção como regra para um certo tipo de comportamento é que as pessoas então perdem o foco. Ao invés de atacarem a causa-raiz do problema, passam a eleger entes abstratos a serem combatidos e, dessa forma, não chegam a conclusão nenhuma. Quando o inimigo é invisível, quando ele não tem nome e nem forma, nossa evolução enquanto civilização é freada. Porém, mesmo quando a causa-raiz não possui uma identidade concreta, esses casos de generalização a partir da exceção fatalmente incorrem em mirar nos alvos errados.

Quando um garoto pobre não consegue frequentar uma faculdade de primeira linha, aqueles que defendiam o primeiro caso como regra, não como exceção, irão culpar a falta de disciplina, de esforço, de dedicação. Deixam, portanto, de avaliar outros fatores que contribuem para isso, como principalmente a diferença de oportunidades e condições de vida.

Quando um massacre ocorre em uma escola, poucos irão se ater ao fato de que escolas e igrejas são as tais gun free zones (zonas livres de armas) nos EUA e, fatalmente, os locais das maiores tragédias. Ninguém irá se atentar, até porque não existe nenhuma ONG e nenhuma rede de televisão interessada nisso, à quantidade de vidas salvas diariamente pelo fato das pessoas possuírem armas para se defender de bandidos nos EUA. Não se olha a quantidade de atentados evitados apenas porque um ser humano de boa índole estava armado quando um bandido apareceu. Exemplos para isso não faltam, é só pesquisar.

O caso da queda de avião demonstra bem um caso de sucesso, porque quando um avião cai, investigadores e especialistas se reúnem para analisar a causa raiz e determinar ações para que o problema não volte a acontecer em outras situações. Em um paralelo com o que acontece nas esferas sociais e políticas de nosso país, se acidentes aéreos fossem tratados como os demais casos que acontecem por aqui, teríamos imediatamente o governo agindo para reduzir drasticamente o número de vôos.

Quando um estupro acontece, e isso tem acontecido com uma frequência assustadora no Brasil, há um barulho enorme causado por pessoas que culpam a sociedade, a cultura do estupro, o machismo, o Schwarzenegger, o Rambo e até o Van Damme pelo ocorrido. Bullshit. São raras as mentes pensantes que identificam os únicos culpados pelos casos de estupro: os estupradores. Pasmem, isso é verdade! Identifiquem, divulguem, prendam e punam exemplarmente os estupradores, e a incidência desse crime diminuirá. Tolerância zero com eles!

A mesma observação segue para os casos de racismo. E olha que estou falando de racismo mesmo, discriminação pura e simples, como privar uma pessoa de seus direitos somente por conta da cor da sua pele. Esses casos existem no Brasil, não há dúvidas, mas eu duvido que sejam compartilhados pela maioria da população (até porque nossa maioria é preta). Normalmente quem brada contra uma “sociedade racista” o faz do alto do conforto do seu lar, em bairros nobres de cidades grandes. O que pouca gente quer enxergar é que os casos de pretos sendo assassinados apenas pelo fato de serem pretos são minoria. Pretos normalmente são assassinados por outros pretos, e isso denuncia a real causa do problema no Brasil: nossa segregação aqui não é racial, é social. A discriminação que ocorre aqui é social, não pela cor da pele. Pretos, em sua maioria, vivem à margem da sociedade, e esse é o problema. (Aliás, vi um vídeo muito interessante sobre isso!)

Assim, eu vejo que essa dificuldade em pensar, em analisar e em identificar corretamente as causas dos problemas a fim de combatê-los é um grande obstáculo para nossa sociedade. As pessoas estão mais preocupadas em defender suas bandeiras ideológicas, através de nomes bonitinhos e causas que são facilmente aceitas pela maioria das pessoas, e tornam-se demagogas demais. Os problemas continuam acontecendo e ninguém faz nada contra isso.


Ps1: achei o texto raso demais, mas foi o que eu consegui produzir. Logo devo complementá-lo.

Ps2: sim, não gosto do termo “negro”, por isso chamo de “preto” mesmo. Esse cara aqui me ajudou com isso:

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A incoerência esquerdista

Publicado: 15 de junho de 2015 por Kzuza em Divergência de opiniões
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leandra

Sou seguidor da atriz Leandra Leal no Instagram. Por 2 motivos: ela é uma baita de uma atriz, além de ser linda (para o meu gosto, tendo em vista que beleza é algo completamente subjetivo). E aí na semana passada me deparei com o post acima. Vou esperar que você consiga encontrar as incoerências na mensagem antes de continuar…

[TIC…] [TAC…] [TIC…] [TAC…] [TIC…] [TAC…] [TIC…] [TAC…]

Não vou dizer que me surpreendi com a postagem da atriz. Eu já havia percebido sua posição esquerdista há muito tempo. Não sei se isso é mera inocência, se é sintoma da Esquerda Caviar de Rodrigo Constantino, ou se é mesmo mau-caratismo, comprado através de verbas da Lei Rouanet.

Sempre que vejo alguém reclamando de injustiças ou crimes cometidos contra alguém, a primeira coisa que avalio é: estamos falando do ato em si ou estamos tratando das vítimas? Qualquer discurso que foca primeiramente nas vítimas já é, no meu conceito, incoerente.

Não me parece, nesse caso, que a atriz esteja preocupada com a onda de violência que assola o país. Não me parece que ela se preocupe com os assassinatos em si, mas sim com o número de jovens negros mortos.

Eu poderia, como comecei a ensaiar em alguns comentários no próprio Instagram, destacar aqui que, como a nossa população é de maioria negra, não deveria espantar que a maioria das vítimas de assassinatos fossem negras também. Também poderia questionar aqui o perfil dos assassinos dessas vítimas. Seriam eles também em sua maioria negros? Eu aposto que sim. E também poderia questionar: quais são os motivos dos homicídios? Ou melhor: teriam sido esses negros vítimas de crimes raciais?

Não importa. A racionalidade não faz parte do discurso da esquerda. Não importa por quem os negros foram mortos. Não importa o porquê os negros foram mortos. O que importa, nesse discurso, é que negros foram mortos, e que vidas de negros possuem mais valor do que a de qualquer outra pessoa.

Em um país de 60 mil homicídios por ano, os 23% (13.800 vidas) de não-negros pouco importam para a atriz. Também não importa se essas vidas foram ceifadas, em sua maioria, por assassinos negros. O importante é relativizar.

Encontrei 2 textos muito bons (bem melhores do que eu escrevi acima) que retratam muito melhor o meu pensamento a respeito do assunto. E nem precisei recorrer a autores odiados e demonizados pela esquerda, como Olavo de Carvalho, Rodrigo Constantino, Diego Mainard ou Reinaldo Azevedo.


O mais incrível foi, ao longo de todos os comentários do post da atriz, perceber que eu fui o único que tive esse tipo de leitura do post. Todos acharam o máximo, enquanto eu fui o único que contestei. Isso é sinal da lavagem cerebral à qual nossa população é submetida a anos.

Sem resposta da atriz, prefiro me ater a um dos últimos comentários (da seguidora @iasminritir) que reflete bem o tipo de pensamento esquerdista:

A coisa mais perigosa no Brasil é ser preto e pobre.

Eu poderia ler isso de duas formas:

  1. Pretos e pobres são perigosos pelo simples fato de serem pretos e pobres. Se eu fosse preto e pobre, consideraria isso de um extremo mau-gosto e preconceituoso demais.
  2. Ser preto e pobre é mais perigoso do que propriamente assassinos e criminosos.

A incoerência manda um abraço a todos!

Outro dia vi no noticiário, junto com a minha mãe, uma reportagem sobre um jogador de futebol que havia sofrido insultos racistas pela internet.  No caso, Jemerson, jogador do Atlético MG, deu a resposta mais inteligente que já vi em um caso como esse:

É inacreditável que hoje em dia ainda exista alguém com um pensamento tão pequeno. Gostaria, do fundo do coração, que as pessoas tomassem esses comentários … do @lucasaraujo4930 como exemplo do que não fazer. Dê educação aos seus filhos e, independentemente de qualquer coisa, os ensinem a ter tolerância com as diferenças. Sejam elas ideológicas, políticas, sexuais, religiosas, raciais ou simplesmente com aquele que torce pra um time de futebol diferente do dele. Tudo isso pq, na verdade, a grande diferença que pode existir entre uma pessoa e outra é o respeito. Tem gente que tem, e tem gente que não tem. Questão de base, família, valores e educação, coisa que lá em Jeremoabo, mesmo com toda limitação, meus pais me deram com sobra. Da senzala, já ficamos livres há quase 130 anos. Mas parece que nunca vamos nos livrar da imbecilidade de alguns. Aqui é PRETO. E aqui tb é BRANCO. Pq aqui é Galo, …! #tmjTINGA #tmjAROUCA #tmjDANIELALVES #tmjPESSOASDEBEM que diariamente sofrem com essa babaquice. No mais, não deem moral pra esse zé roela, que só quer aparecer.

E por que eu acho a resposta inteligente? Porque o jogador, ao contrário de muitos “estudiosos” e “especialistas” que aparecem por aí diariamente na mídia, conseguiu tocar no cerne da questão. Ele foi direto no problema. Atacou diretamente a doença, e não o sintoma. Veja só, novamente:

Tudo isso pq, na verdade, a grande diferença que pode existir entre uma pessoa e outra é o respeito.

Deu para entender, ou quer que eu desenhe?

Há um axioma central dos liberais chamado Princípio da Não-Agressão. Você já ouviu falar nele? Há um texto bem bacana a respeito disso aqui ó! Em linhas gerais, muitos liberais acreditam que essa é a única lei que precisa ser respeitada em uma sociedade.

Mas do que se trata o PNA? Bem, ele diz que nenhum indivíduo ou grupo de indivíduos pode iniciar uma agressão contra um inocente.

O texto do link anterior ainda explica o que é considerado agressão:

“Agressão” é definida como o uso, ou ameaça de uso, da violência física contra a pessoa ou propriedade de qualquer outro indivíduo.

Alguns de vocês provavelmente não irão concordar com a definição acima, dizendo que existem outros tipos de violência além da física, como por exemplo, a violência verbal. A diferença básica é que um insulto proferido por alguém é relativo, pois o alvo da ofensa pode ou não se sentir agredido. Já uma violência física é sempre uma violência física, e por isso existe a definição acima.

No entanto, eu prefiro estender ainda o meu entendimento. Nenhum tipo de violência (e aqui nesse caso também incluo a violência verbal – através de palavras ou gestos) pode ser admitido contra alguém por conta de suas características natas. É completamente intolerável e indefensável atentar contra alguém, independente dos meios, por conta de uma característica natural que acompanha a pessoa desde o nascimento. Cometer um ato de violência contra alguém somente por conta da sua cor de pele, cabelo ou olhos, ou pelo seu local de nascimento, é totalmente imoral e injustificável.

Dessa forma, enquanto um monte de gente quer colocar na sua cabeça que o problema é a violência contra homossexuais, ou contra negros, ou contra mulheres, é melhor você entender que isso é só o sintoma. A doença se chama falta de respeito.

Muitos grupos das chamadas “minorias” reivindicam direitos e leis que os protejam contra a violência de terceiros, embora não entendam que o problema central não está no que esses grupos representam, mas sim na formação de caráter do agressor. Ele, o agressor, não comete o ato violento porque a vítima é mulher, ou negro, ou homossexual, ou o que quer que seja. Ele simplesmente não possui respeito pelo agredido. Ele nunca vai entender o que é o Princípio da Não-Agressão.

Então, se entendemos assim qual é de fato o problema, fica mais fácil identificar a causa do mesmo e, assim, propor soluções de verdade, ao invés de simplesmente criar medidas paliativas. Digo isso porque o problema é geral, e não somente concentrado nesse ou naquele grupo. E é aí que o Jemerson acertou mais uma vez:

Dê educação aos seus filhos e, independentemente de qualquer coisa, os ensinem a ter tolerância com as diferenças.

A ausência de valores morais e, principalmente, de uma educação voltada a Deus nas famílias brasileiras é a coisa que mais me preocupa no país em que vivemos. Muita coisa tem colaborado para isso nos últimos anos (isso daria um post enorme aqui). enquanto não nos sensibilizarmos com isso e acreditarmos que esse é o primeiro passo a ser dado em direção a uma sociedade melhor, continuaremos fadados ao fracasso.

Macacos

Publicado: 19 de setembro de 2014 por Kzuza em Comportamento
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Durante muito tempo relutei em escrever aqui sobre o caso do goleiro Aranha lá na Arena Odebrecht, em Porto Alegre. Isso porque o assunto é extremamente delicado e eu não sou, em hipótese alguma, um diplomata para tratar esse tipo de coisa com sutileza. Então é certo que muita gente pode me condenar pelo que eu vou escrever, achar que eu sou um monstro criminoso, coisa e tal. Eu quero mesmo é que se foda. A minha moral só a Deus cabe julgar, então fico tranquilo na minha consciência.

Mas o fato foi que o Santos voltou à Porto Alegre ontem para mais uma partida de futebol e a torcida deu mais um show de estupidez, concordando com o que foi feito da outra vez por alguns torcedores, e isso colocou toda a minha argumentação abaixo.

Isso porque, diante do primeiro episódio, eu achei que o negócio tinha tomado uma proporção totalmente indevida. Coisa de um mundo hipócrita do caralho e de uma mídia que adora criar polêmica. Para mim, toda a audiência criada em cima do caso foi coisa de sensacionalismo. Coisa de quem nunca foi a um estádio de futebol. Não que eu ache que a garota estava certa em xingar o cara de macaco, nada disso. Nem que o fato de estar dentro de um estádio permita ao indivíduo ficar fora de si. Mas até aí, jogar a menina no meio dos leões para ser devorada é de uma crueldade mil vezes maior do que as ofensas por ela proferidas ao goleiro em um JOGO DE FUTEBOL (sim, em maiúsculo e negrito, para ter o verdadeiro destaque). A mídia até hoje não nos deixou esquecer do rosto da garota, nem dos gritos proferidos por ela. Isso em uma situação de emoção extrema, em um estádio de futebol, com o seu time perdendo um jogo em uma competição importante.

Se alguma câmera de TV tivesse me flagrado em um estádio de futebol xingando jogadores (do meu clube e adversários) na época em que eu frequentava estádios, veriam que a menina foi uma lady. Não, nunca xinguei um jogador de preto, macaco, ou qualquer outra designação para sua cor de pele, mas posso lhe garantir que foram coisas bem mais pesadas.

Eu diria que a injúria racial é tão ruim quanto a ofensa relativa à opção sexual do cara, e nem por isso estamos reprimindo isso em estádios de futebol. Crucificar a garota agora me parece de uma desproporção absurda. Deixem que os tribunais a julguem da maneira adequada pelo erro. Já vi coisa muito pior por aí acontecendo e a mídia esquece tão rápido que não vemos o criminoso tendo casa incendiada, nem sendo ofendido em público, nem tendo que se esconder em casas de diferentes amigos e parentes para sobreviver.

Só que aí a torcida vai lá e faz essa bosta que fez ontem, e aí a coisa tomou uma proporção muito maior. Vaiar o goleiro, em específico, e ofendê-lo com palavras irônicas simplesmente pelo fato de que “macaco” não pode é muito pior do que o fato isolado da primeira vez. Dessa vez sim o negócio foi direcionado e pensado, passando sim a configurar um ato grave. Isso por si só já bastaria.

Mas mais uma vez a mídia sensacionalista vem e caga em cima de tudo, procurando pêlo em ovo e tentando encontrar outro Judas. O coitado agora é um cara que aparece xingando o goleiro de “Fedorento”. Putaquepariu! Eu xingava meus amigos de 2ª série de fedorento, vai se foder! Fedorento! Volto ao parágrafo ali em cima, onde mencionei os xingamentos que aprendi em estádios de futebol, e que por lá ficavam. Se houvesse câmeras assim na minha época, eu certamente já havia sido esquartejado em público.

Lavagem Cerebral

Publicado: 21 de novembro de 2010 por Mathias em Cotidiano, Música
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Racismo preconceito e discriminação em geral é uma burrice coletiva sem explicação, afinal que justificativa você me dá para um povo que precisa de união. A “elite” que devia dar um bom exemplo é a primeira a demonstrar esse tipo de sentimento num complexo de superioridade infantil ou justificando um sistema de relação servil.
E o povão vai como um bundão na onda do racismo e da discriminação não tem a união e não vê a solução da questão, que por incrível que pareça está em nossas mãos só precisamos de uma reformulação geral,
“Uma espécie de lavagem cerebral”.

Texto atual hein!

Lavagem Cerebral – Gabriel, O Pensador (1993)