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Eurotrip – 5º dia – Praga/República Tcheca

Publicado: 11 de agosto de 2014 por Kzuza em Viagem
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Último dia cheio nosso em Praga.

Fomos até o ponto mais alto da cidade, num parque atrás do castelo que havíamos ido ontem, onde fica o observatório astronômico e também uma espécie de mini-torre Eiffel, de onde se tem a vista mais bonita da cidade.

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Subimos de bonde (o mesmo que usamos para subir até o castelo), e começamos a descer à pé pelo meio do parque. Lá no meio encontramos uma estação de um funicular que leva a galera da cidade baixa até o topo do parque. Por que não, né? Afinal, numa temperatura de 30°, qualquer coisa ajuda.
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Chegamos às margens do rio e decidimos almoçar por lá mesmo, numa ilha que fica no meio do rio. Lugar carinho, mas de um visual muito bacana. Eu comi um pato, pra experimentar, já a Juliana se ferrou pedindo um salmão que veio só para preencher o buraco do dente, de tão pouca comida.
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De lá fomos dar um rolê à pé passando pelo Teatro Central, e pela Casa Dançante.
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Depois voltamos à cidade velha, ficamos fazendo hora num café, depois comemos um joelho de porco num restaurante local por aqui. Vou falar que não foi das minhas melhores experiências, mas tudo bem. Enfim, tudo isso para aguardar escurecer para vermos a cidade à noite. E vou dizer: se você achava Praga bonita durante o dia, à noite é muito mais. Não sei porque dizem que Paris é a cidade luz, mesmo existindo isso aqui. O negócio é espetacular! E pra ajudar, onde foi dia da super lua, então…
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Agora é hora de ir pra Vienna amanhã, de trem. Bye!

Surpresa do dia: Praga à noite é ainda mais bonita do que de dia. E a cidade ferve à noite, mesmo num domingo!

Presepada do dia: Ao chegarmos na mini-torre Eiffel, decidimos pagar 60 coroas a mais para subirmos de elevador. Aguardamos uns 5 minutos porque não a funcionária devia estar fazendo um xixi, até que chegou nossa vez. Olha, eu nem sou claustrofóbico, mas aquilo é tipo uma câmara de ressonância magnética. Um elevador minúsculo, com 7 adultos e mais uma criança dentro, sem o mínimo de ventilação, nada. Tanto é que resolvemos descer de escada mesmo.

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Mais um dia em Praga. O primeiro dia em que acordamos no horário que quisemos. Sem hora pra nada, só para não perder o café da manhã do hotel.

Fomos primeiro conhecer o distrito do Castelo de Praga, onde fica a catedral de São Vito. É um ponto alto da cidade aqui, do lado oposto à cidade velha. Descemos em uma estação do metrô ao pé do morro do castelo. Ficamos entre subir à pé ou pegar um bonde que sobe pelas ruas até o castelo. Quando vimos a quantidade de turistas que estavam esperando o bonde, achamos que a subida era íngreme demais e fomos atrás deles. Deu certo, apesar de pegarmos um bonde lotado de gente fedida. Mas foi rapidinho e logo estávamos lá no topo.

É necessário comprar ingressos para adentrar a algumas das atrações do castelo. O local para compra dos tíquetes é mal organizado para a quantidade enorme de turistas. Compramos o ticket para visitar 4 pontos: a catedral, o palácio, a Basília de São Jorge (bem meia boca) e o Caminho do Ouro, que é tipo uma vilazinha de casinhas medievais, com um museu medieval. Além disso, precisamos comprar um tíquete para poder tirar fotos dos locais por dentro (essa é a novidade!)…rs

A Catedral de São Vito é realmente impressionante. Digna das maiores do mundo. É bem diferente das romanas, mas próxima à de Notre Damme.
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O palácio e a basílica não tem muita coisa a demonstrar, embora sejam interessantes.

O caminho do ouro é bem bacana. Mas o lugar é pequeno e a quantidade de turistas faz com que seja praticamente intransitável caminhar por lá. Para quem é claustrofóbico, eu não recomendo.
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Ao final do passeio, dá para se ter uma vista muito bonita da Cidade Velha. E de lá descemos à pé (realmente, subir seria um martírio) até o rio e cruzamos a ponte em direção ao bairro judeu, onde almoçamos.
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A merda é que era sábado, então tudo estava fechado. Mas deu para se ter uma ideia. Devemos dar um pulo lá no domingo para ver como são as coisas.

Ficamos zanzando pela cidade velha, voltamos à praça para ver o show que acontece no relógio astronômico em cada hora cheia (que, por sinal, não vale muito a visita…. fiz um vídeo que depois mostro para vocês, mas não tem nada demais), e visitamos aquela igreja que coloquei no post de ontem. O nome da igreja é Nossa Senhora de Tyn. Lá dentro não pode se tirar fotos, mas é uma das igrejas mais bonitas que já vi. Estilo barroco, com boa parte da decoração em ouro. Lembra muito as igrejas de Minas Gerais.

Enfim, voltamos ao mesmo restaurante do dia anterior para beber, comer de novo os medalhões de cogumelo, e finalizar com esse risoto de frutos do mar.
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Amanhã vamos conhecer Praga à noite, que parece ser maravilhosa, e aproveitar a super lua aqui.

Surpresa (negativa) do dia: O tal prometido “show” no relógio astronômico, que acontece de hora em hora, resume-se a uma portinha que se abre no meio da torre na qual alguns bonecos de madeira aparecem, e às pequenas estátuas do lado externo que se mexem um pouquinho, ao som de uma musiquinha rápida. Nada mais.

Presepada do dia: Dessa eu fui o protagonista. A Juliana queria experimentar o serviço de massagem do hotel e eu fui lá perguntar. Não sei se foi uma paralisia cerebral momentânea, mas foi extremamente difícil a minha comunicação com as meninas do balcão. Talvez porque eu tenha confundido o termo “massage” com “message”, e por isso demorou muito até elas entenderem o que eu queria dizer….kkkkkk

Eurotrip – 3º dia – Praga/República Tcheca

Publicado: 9 de agosto de 2014 por Kzuza em Viagem
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Enfim, deixamos a Alemanha para trás. Voltaremos para lá no último dia de viagem para pegar o vôo de volta para o Brasil, mas isso ainda está longe (graças a Deus).

Fomos de táxi até a estação de Harckerbrüke, em Munique, de onde sairia nosso ônibus para Praga. Lá há uma rodoviária onde saem ônibus para vários lugares dentro da Alemanha e para países vizinhos. O ônibus é super confortável, daqueles de 2 andares, e estava meio vazio. Nossos lugares estavam demarcados frente à frente com duas chinesas, mas quando percebemos que o ônibus vinha vazio, mudamos para um banco só para nós. A viagem durou cerca de 4,5 horas, mais rápido que o próprio trem que liga as duas cidades, pois não tem parada nenhuma. Devido a obras na estrada, ainda houve um atraso de 10 minutos no tempo de chegada. A Deustche Bahn, empresa que administra esse busão em que viemos, envia automaticamente um e-mail para os passageiros já avisando o tempo de atraso.
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O ponto final é na estação central de Praga. Nem vou me preocupar em colocar o nome das estações e dos pontos turísticos aqui porque é tudo impronunciável. Jà havia ouvido falar sobre os idiomas do leste europeu, mas isso daqui é coisa de filho da puta. Não lembra nada. E para ajudar, poucas sinalizações têm tradução para o inglês.

Trocamos alguns euros pela moeda local, coroa tcheca, que é extremamente desvalorizada. Para se ter uma ideia, um Real compra mais de 9 coroas. Nas cotações locais, um Euro compra entre 26 e 27 coroas. Os caras não usam sequer centavos. As moedas são todas de valores inteiros, o que causa uma confusão dos diabos. Certa vez um amigo do meu primo disse que, se você vem para a Europa com Euros, você se sente milionário em Praga. Exageros à parte, é mais ou menos isso que acontece. A impressão que temos é que a economia não vai lá essas coisas por aqui. De qualquer forma, qualquer lugar aceita Euro normalmente, claro que com o câmbio que melhor lhe convir.

Viemos para o hotel de metrô (depois explico na sessão presepadas do dia).

Chegamos morrendo de fome e comemos uma pizza num shopping onde fica instalado nosso hotel. O restaurante é do próprio hotel, mas fica dentro da praça de alimentação do shopping. A garçonete se mostrou chocada porque pedimos pratos para comer a pizza, e não o fizemos com as mãos.

Depois fomos à região da cidade velha, que é magnífica. Visitamos a famosa Ponte Carlos, e a praça da cidade velha onde ficam uma igreja central (acho que é São Vito, mas confirmo depois porque estava fechada e iremos visitá-la depois) e a torre do relógio astronômico. Bonito, mas maio decepcionante porque achávamos que era um negócio bem maior…rs…
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A cidade está abarrotada de turistas. Mas abarrotada pra caralho! Eu nunca vi tanta gente num lugar só. É difícil de andar nas ruas. A ponte Carlos parece o viaduto do Chá na hora do almoço. As ruas estreitas da cidade velha parecem a 25 de Março em época de Natal. E não estou exagerando.

Paramos para tomar um negocinho e comer alguma coisa num restaurante italiano próximo a onde pegaríamos o metrô. E vou contar: que sorte do caralho. A Ju queria algo refrescante e tomou um mojito. Gostou tanto que tomou mais 2. Eu fiquei só na cervejinha mesmo e acabei tomando um litro. E depois pedimos um negócio pra comer que vou lhe falar…. puta que pariu! Não costumo tirar foto de pratos, mas esse valeu à pena. É tipo um medalhão de cogumelo. Sim, um cogumelo frito (diz no cardápio que é Funghi, mas não sei, parecia shitake), enrolado com bacon, com espinafre refogado com creme de iogurte por cima. Ô, vai se fuder, puta negócio gostoso. E bonito.
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Voltamos para o hotel e nem descemos para jantar. Descansamos para poder dormir, pelo menos um dia, até a hora que quisermos. Amanhã tem mais.

Surpresa do dia: Praga é realmente linda, como prevíamos, mas é extremamente lotada. Acho que é a época do ano, pois ainda estamos mais ou menos em temporada. O calor ajuda também.

Presepada do dia: Pegar o metrô em Praga é realmente uma aventura. Descobrir qual ticket comprar nas máquinas automáticas é um parto. Quase nada em inglês para explicar.