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O Carnaval, a família e os amigos

Publicado: 1 de março de 2017 por Kzuza em Geral
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Todo ano a história se repete. Entre a quarta-feira de cinzas de um ano e a sexta-feira que antecede o Carnaval do ano seguinte, a ansiedade toma conta dessa turma. Durante esse tempo, em todas as vezes que nos encontramos, é inevitável que não surja o assunto carnaval. Seja relembrando alguma história marcante de um sítio passado, seja planejando o que será feito no próximo sítio, sempre alguém comenta.

E quando chega a sexta-feira, a ansiedade se transforma em empolgação. É essa empolgação que dá força aos que, mesmo trabalhando durante a semana toda, ainda conseguem beber e comer em doses paquidérmicas até a madrugada. Que apesar da distância (e que digam os primos de Niterói) e do cansaço, não conseguem deixar para depois esse momento.

São 3 dias repletos de festa, alegria, amor e muita, muita comida e bebida. E depois ainda tem a terça-feira, conhecida por alguns como a “terça gorda”, o que reflete bem o nosso estado físico e de espírito. É a terça da ressaca, das risadas, de comer o que sobrou, de cozinhar um macarrão, de arrumar as coisas, de ver como os carros voltam vazios depois que toda a comida e bebida que levamos já foram consumidas, de nos despedirmos e de começarmos a nos planejar para o próximo ano.


Como quem manda nessa porra aqui sou eu, preciso agradecer pessoalmente a cada um dos presentes, que de forma individual deram sua contribuição esse ano para que esse fosse, como sempre, o melhor carnaval de todos os anos (até que chegue o do ano que vem).

Ao Alberto, pelas fotos, pelos rituais metodológicos preparatórios para qualquer atividade, e pelo bolinho de bacalhau fantástico. À Alessandra, pelas conversas, pelas dicas e pela paciência. Ao Tales, pelas conversas engraçadas, pelas milhares de cervejas compartilhadas e pelos belos levantamentos nas partidas de vôlei. À Érica, simplesmente pelo fato dela ser a Érica (a mais linda, a mais engraçada, a mais atormentada, a mais tudo). E ao Matheus, grata surpresa, pelo primeiro ano junto conosco, pelo bom humor e pela presença.

Ao meu compadre Carlos, pelas risadas, mas principalmente pelo churrasco. À minha comadre Ema, por ter levado as sobrinhas esse ano. E às crianças Carol (que nem é mais criança assim), Isabella, Davi e Gustavo (cujo galo na cabeça não o vai deixar esquecer do carnaval esse ano tão cedo).

Aos meus pais, os mais lindos e fofinhos desse mundo, por terem me feito nascer nessa família tão fantástica. À minha irmã gordinha e ao Tico, meu grande amigo, pelas caipirinhas (e aqui eu teria que ficar agradecendo mil vezes).

Às tias mais legais desse mundo que formam o trio da organização operacional do evento, Lourdes, Angela e Mariana. E também às tias Carmo e Maria do Rosário, que mesmo com uma participação especial no evento em um dia só, trouxeram tudo o que de melhor podiam. Que Deus dê vida longa a todas!

À Ana Maria e ao Edimilson, meus grandes amigos, por todo o papo e pela farra. Ao Pedro, meu ídolo declarado, por ter me feito fazer mais exercício físico nesses 3 dias do que no último ano inteiro, e à Nicolle pela simpatia e pelas fotos que estão me fazendo ganhar milhares de seguidores na internet (brincadeira!…rs). Ao Matheus e à Mirella, pela participação especial no baile de máscaras no domingo.

Ao Luis Carlos, por todas as batidas, caipirinhas, mojitos, gasolinas e desinfetantes compartilhados. E a todas as suas meninas, Karina, Paty, Maria Clara e Vitória, pelo carinho e educação de sempre. E ao Matheus também, pelas fotos aéreas que ficaram show de bola! (Nota de tristeza aqui pela ausência da Priscila, mas ano que vem se Deus quiser ela estará lá).

À Márcia pelo carinho de sempre comigo. Ao Sadao pela espontaneidade e pelo bom humor impressionante. E à Marta, claro, pela toalha que me salvou da hipotermia no sábado, que ajudou a curar a ressaca.

Ao Porcodinho e à Tita por serem tão engraçados, mas principalmente por nos darem a Aninha como companheira. Que menina fantástica!

À Paulinha, por ser essa minha baita amigona de sempre. Ao Sandrão, por ser o grande churrasqueiro que é (ou finge ser…rs). Ao Dudu, por ser esse moleque cada dia mais divertido.

À Carla e ao Milton por terem me emprestado o Augusto na sexta-feira e por terem feito parte da festa na segunda. Ao tio Carlão por… ah, por ser o tio Carlão, né? Não precisa dizer mais nada. E à minha madrinha-adotiva Maria de Jesus, pelo sorriso mais bonito que existe.

À Fran, ao Marcio e à Lorena, por terem aceitado o convite e por terem tratado tão bem todos da minha família. Vocês são amigos mais que especiais e são sempre muito bem vindos (desde que não levem embora mais ninguém além da minha mãe e da Tia Lurdão).

À Claudia pelo carinho com que me trata, mas principalmente pelas lindezas que são o Luigi, a Giovana e, é claro, minha paixão eterna, Giullia (que ficou tão pouquinho que vou ter que trazer ela para passar uns dias aqui em casa…rs).

E por último, não menos importante, mas o meu eterno agradecimento ao cara que é responsável por tornar tudo isso possível. Sem você, Luis Antonio, acho que cada um de nós seria um pouco menos do que somos individualmente. Mais que agradecer pelo carnaval, agradeço por ajudar a manter essa família assim, juntinha.

Mais um pra conta!

Publicado: 10 de fevereiro de 2016 por Kzuza em Cotidiano
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Há 3 anos escrevi aqui sobre o meu carnaval em família. De lá para cá, nada mudou. Nem o sítio. Dá para ver que a foto desse ano foi tirada no mesmo lugar, com apenas algumas diferenças quanto à disposição das pessoas. Alguns que estavam em 2013 não estavam esse ano. Alguns que estavam esse ano, simplesmente não saíram na foto (Luiz Claudio, Giovanna, Claudia, Karina, Haroldo, Merilin, Lucas, Marcia e Sadao). Mas o fato é que, na verdade, isso não muda muita coisa.

Talvez a única coisa que eu tenha a adicionar em relação a tudo o que eu escrevi há 3 anos é referente a algo que descobri nesse ano.

Eu sempre soube que juntos somos mais fortes. Talvez porque eles todos sejam meus melhores amigos desde sempre. Talvez porque sejam as pessoas com quem tenho mais contato.

Mas o que eu descobri esse ano é que nós somos capazes de fazer o outro melhor naquilo que ele mais precisa. Nós temos o poder de tornar o outro melhor nos seus maiores defeitos. E isso tudo ocorre sem precisarmos forçar a barra. Não usamos de força, não damos porrada, não usamos palavras fortes ou depreciativas. Digo isso por experiência própria, já que cada momento com esses caras me ensina alguma coisa nova e me ensina a ser melhor em algo que eu sou ruim. Mas é possível perceber que a mesma coisa acontece com os outros.

É claro que nem tudo são flores. Descobri que meu fígado não é mais o mesmo, e também que agora virei tio dos filhos dos meus primos. Sim, ambos estão relacionados à minha idade, e devo reconhecer que essas coisas me assustam um pouco. Mas certamente não mudará o quanto eu amo esse pessoal, e nem irá reduzir a vontade de estar com eles no próximo ano novamente nessa puta confraternização.

Meus ídolos

Publicado: 23 de dezembro de 2013 por Kzuza em Geral
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Eu sempre achei estranho pessoas terem como ídolos certas celebridades. Acho legal admirar o trabalho que alguém faz bem feito, mas idolatrar “personalidades” para mim beira o ridículo. Não consigo entender se é falta de amor próprio, ou falta de ter o que fazer.

Leia-se “idolatrar” por passar dias dormindo em uma barraca à espera de um show de um cantor, ou enviar cartas de amor para uma celebridade, ou ser frenético(a), ou colocar seu trabalho ou relacionamento pessoal em jogo por um terceiro que está cagando para sua existência, entre outros. Tudo isso para mim é estranho.

Eu, graças a Deus, nunca precisei disso. Isso porque meus ídolos sempre estiveram muito próximos. Dentro da minha casa. Porque eu não idolatro ninguém pelo trabalho ou pelas habilidades profissionais que possuem. Meus ídolos simplesmente nasceram assim, com dons divinos. Esses caras sim mereceriam pôsteres e cartas de amor. Mereceriam aparecer na TV para que todos soubessem como eles são bons. E vão merecer homenagens póstumas quando não estiverem mais entre nós. E sim, merecerão fãs clubes ao redor do mundo, porque eles sim são dignos.

Quisera eu ser tão inteligente quanto meu pai. Ou ter tanto amor pela vida quanto a minha mãe. Ou ser tão determinado e destemido quanto minha irmã. Ou ser um cara tão bondoso quanto foi meu avô Laerte, ou meu tio Carlão, ou meu primo Luiz Carlos (não conheci meu avô Antônio, mas pelo que consta, sua alma vive dentro desses dois últimos mencionados). Ou ser tão carinhoso quanto meu primo Luis Cláudio. Ou me importar tanto com os outros, a ponto de ser um espelho e um porto seguro para os que estão ao seu redor, como é o Luiz Antonio. Ou ter metade da sabedoria e tranquilidade da minha madrinha Maria do Rosário. Ou ter um pouquinho só do carisma da Lurdão, ou dos meus primos Fernanda e Diego. Ou ser tão engraçado quanto meu tio Juca e minha prima Carol. Ou ser tão atencioso quanto minha tia Carmo. Ou um dia poder construir famílias tão unidas como a da minha tia Eliana e do meu primo Alberto. Ou ser tão ávido por conhecimento como é o Carlos Ricardo. Ou ser tão lúcido e consciente como é a tia Ângela. Ou tratar tão bem as pessoas como faz minha prima Ana Paula.

Enfim, cada um tem um pouquinho a me ensinar. Talvez eles nem saibam o quanto são importantes para mim. Mas seus ídolos também não sabem. A diferença é que os meus estão ao meu lado para o que der e vier, por toda a minha vida. E isso faz deles diferentes.

Em Fevereiro, tem Carnaval…

Publicado: 13 de fevereiro de 2013 por Kzuza em Geral
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Sei lá, acho até que já está batido comentar isso aqui mais uma vez, mas esse ano tivemos novamente o melhor Carnaval de todos os tempos! E olha que eu nem me refiro à festa em si, na concepção da palavra ou no conceito ao qual nós brasileiros estamos acostumados. Eu simplesmente nem curto mesmo o movimento. Eu gosto mesmo é de ficar sem trabalhar, descansando durante 4 dias.

Pelo 19º (é isso?) ano consecutivo, conseguimos passar o Carnaval em família. Tá, vai lá, eu fiquei de fora em um ano, mas a turma é a mesma durante todo esse tempo, com uma ou outra substituição. Esse ano quase fiquei de fora novamente, mas tudo conspirou ao meu favor e, aos 45 minutos do segundo tempo, fui escalado para o jogo. Graças a Deus.

Eu sinto mesmo é que esse tempo junto de tanta gente boa serve pra renovar as energias para um próximo ano que se inicia (já ouviu aquele papo que o ano no Brasil só começa após o Carnaval?). E além disso, esse ano eu ainda me senti com as esperanças em um mundo melhor (ou pelo menos igual) renovadas. Como a família é muito grande, contamos com pelo menos umas 4 gerações diferentes lá. Quando eu e meus pais começamos a ir, eu fazia parte da geração mais nova. Hoje existem pelo menos 2 gerações depois da minha. E é nesses “moleques” que eu aposto minhas fichas.

São eles, filhos e filhas dos meus primos, a minha fonte de renovação. Meus primos sempre foram os meus melhores amigos. Mesmo que a gente não se fale todos os dias. Meus avós plantaram uma semente nos seus filhos que se propagou por todas as demais gerações. E hoje a gente colhe isso. Os meninos e meninas de hoje são o espelho do que são seus pais. Porque, sinceramente, na geração deles, não são mais os laços sanguíneos que os mantêm unidos e amigos uns dos outros. Já houve tanta mistura no caminho, que hoje dá até para considerar que eles são meio-primos, por assim dizer (na concepção do que seria um “parente”). No entanto, o respeito e a consideração entre eles supera tudo isso.

Assim, eu acho que dá sim pra dizer que a gente é mais do que família. Eu já escrevi isso daqui ano passado. E dá pra acreditar sim que a foto abaixo, ideia do Alberto, possa se repetir por muitos outros anos.

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Valorizar a família não é homofobia!

Publicado: 14 de outubro de 2011 por Kzuza em Cotidiano, Política
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Mentes deformadas pela mídia. Só isso explica os comentários os quais li ontem em um site de baboseiras chamado Twitter.

Tá certo, vai. Eu sei que o Twitter não é uma boa ferramenta para se medir a popularidade de um assunto, principalmente aqui no Brasil, tendo em vista que a comunidade de usuários ativos é muito restrita por aqui. Mas enfim, a tal rede social consegue pelo menos ser uma amostra de como a sociedade pensa em geral.

Ontem à noite, em casa, vi que um dos assuntos mais comentados na tal rede era composto por três letras: PSC. E resolvi pesquisar, para saber sobre o que estavam falando. Não precisou ser muito ligeiro para ver que os comentários eram a respeito da propaganda política que começou a ser veiculada ontem pelo Partido Social Cristão. Na tal propaganda, o partido fazia sua apologia à tradicional família cristã, resumida em “Homem + Mulher + Amor = Família”, ou algo mais ou menos assim.

No primeiro semestre desse ano, o próprio partido já havia veiculado um comercial onde dizia que a família é a base da socidade, e que é para ela que as políticas públicas são criadas. Mencionava algo também sobre os direitos da família de educar seus filhos de acordo com seus valores e princípios, dizendo que o governo estava tentando impor à família pensamentos que não faziam parte dos seu valores (numa alusão à tal cartilha gay).

O que me chamou a atenção de verdade foi que exatamente TODOS os comentários que eu li sobre o assunto ontem eram contra a posição do partido. Além disso, 80% ou mais dos comentários consideravam a propaganda homofóbica. Havia alguns comentários também do tipo: “Se minha mãe é separada do meu pai, mas ela me ama, então não somos uma família feliz?”.

Eu fico espantado com o caminho o qual a tal “sociedade moderna” está trilhando. E também com a falta de discernimento das pessoas.

Bem, vamos lá. O tal partido é, como o próprio nome diz, CRISTÃO. Ou seja, faz todo o sentido eles considerarem o modelo de família tradicional como a base da sociedade. Em momento algum, na propaganda, existe qualquer tipo de desrespeito aos que estão “fora” desse modelo, por qualquer motivo que seja. Da mesma forma, não existe nada que deixe explícito que tudo “fora” desse padrão está errado ou não funciona.

Como eu já expliquei aqui por várias vezes, muito me preocupa uma sociedade que se afasta demais das leis de Deus. Mas me preocupa ainda mais uma sociedade que considera a “propaganda” de valores morais e cristãos como um crime (como eu já escrevi aqui).

A deturpação (olha como eu sei escrever bonito!) dos valores por parte da sociedade é um dos principais fatores causadores de problemas sociais que vemos hoje em dia. Achar que a família tradicional é algo ultrapassado é a mesma coisa que achar que honestidade e ética estão fora de moda. E é por essa e outras que eu acho que o ensinamento religioso é cada vez mais imprescindível no mundo atual. Sem ele, nós nos deparamos com exatamente o que vemos atualmente: o homem achando que é capaz de ditar as regras do que é certo ou errado.

Historicamente, em todas as vezes que o homem tentou passar por cima das leis de Deus, ele quebrou a cara.

Você já parou para se perguntar quais são os valores da nossa sociedade atual? Eu tenho a impressão de que as pessoas estão condicionadas pela mídia a achar que tudo que é tradicional é ultrapassado. Acham que precisam sempre inovar, tentar coisas novas, abandonar valores que vêm do passado. E a família perde a importância. E Deus perde a importância. Honestidade e respeito parecem ser coisas antiquíssimas. E o que vemos? Filhos que não respeitam seus pais, e vice-versa. Violência. Corrupção. Etc.

O esquecimento ou o abandono das leis divinas é o que causa tudo isso. Sabe por quê? Porque o homem se esquece de que não presta contas somente ao homem, mas sim a Deus. Enquanto essa gente achar que não deve prestar contas à mais ninguém, isso só tende a piorar.

Portanto, você que reclamou da propaganda do PSC ontem, ou que também acha que os leis de Deus estão ultrapassadas, saiba que eu te respeito. Mas, sinceramente, acho que as coisas devem ser ainda mais difíceis para você do que para mim. No entanto, espero que você também me respeite por considerar o modelo tradicional de família o mais apropriado.