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2 anos

Publicado: 6 de junho de 2011 por Kzuza em Geral
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Continuando a onda de comemorações de aniversário de casamento iniciada aqui na penúltima semana com os 32 anos dos meus pais e 51 anos dos meus padrinhos, chegou a minha vez!

Hoje completo 2 anos casado com uma mulher que não é perfeita, e que também não é a melhor mulher do mundo. Ela também não é a mais linda do Brasil, nem tampouco a mais rica. Não é de família tradicional. Não tem olhos verdes. Não está sempre bem humorada. É brava. Tem celulite e TPM.

Nossa, Zuza, então por que você se casou com ela? Ou melhor, por que você AINDA está com ela?

Camarada, é muito fácil dizer “eu amo tal pessoa PORQUE…”. Complicado é dizer “eu amo tal pessoa APESAR DE…”. E é aí que mora o grande segredo.

Lembro que um dia antes do meu casamento, recebi uma ligação de um tio meu, que morava em Manaus na época e não pôde vir para a cerimônia. Ele me disse um negócio super importante. Ele me disse o quanto seria legal, depois de casado, quando eu chegasse em casa e, apesar de todos os problemas, encontrasse uma pessoa que me amasse de verdade. Ela me esperaria ali, independente do que acontecesse, e isso me renovaria.

O grande lance da história, desse negócio de fazer o casamento ser legal e valer à pena, é saber que as coisas acontecem sempre bilateralmente. Sim, porque nenhum casamento é feliz e bacana quando a balança pende para um dos lados. Se só um ama, se só um respeita, é uma merda! Estou cansado de ver exemplos assim, e gente que também está seguindo esse caminho.

O que eu acho, nesse momento de sentimentalismo exagerado meu aqui, é que não importa o tamanho do seu amor pela outra pessoa. Você pode julgar que seja infinito, que seja o maior do mundo, mas isso não vai valer de nada se o outro lado também não te amar da mesma forma. A felicidade não irá reinar por completo na sua vida.

Acho que é por isso que a gente se dá tão bem. Acho que encontramos o equilíbrio.

Ela pode não ser a mais linda do Brasil, mas certamente é a mais perfeita pra mim. Ela pode não ser rica, mas eu também não sou. Pode não ser sempre bem humorada, mas eu sou um cara mau-humorado pra cacete, então ela me ajuda muito!

É ela quem me espera todo dia com o mesmo sorriso. É ela quem se despede sempre com o mesmo tom de preocupação, mesmo que seja para ficarmos apenas algumas horas longe um do outro. É ela quem cuida de mim mais do que si própria. É dela que minha família gosta. É dela que os meus amigos gostam.

Sabe por que? Porque ela me ama na mesma medida que eu a amo. E por isso eu só tenho a agradecê-la.

É por isso, Juliana Veronez Martino de Matos, que eu te amo!

Vitória!

Publicado: 26 de maio de 2011 por Kzuza em Relacionamento
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Estava aqui caçando um tema sobre o qual escrever hoje, e quase não percebi que o acontecimento mais importante do dia estava na minha frente! Então chegou a hora.

Hoje meu pais, Dona Zuzona e Seu Zuzão, estão completando 32 anos de casados! Caraca, merrmão! É tempo pra cacete, meu camarada! E em todo esse tempo nunca viram o Curintcha ganhar uma Libertadores!

Tá, mas vamos deixar de gracinha e comentar o que é sério nessa história.

Será que você faz uma idéia do que é isso? 32 anos morando numa mesma casa, um olhando pra cara do outro, todo santo dia? Tá, você vai me dizer que já viu outros casos assim. Sim, mas quantos? E uma pergunta ainda mais intrigante: desses que vocês já viram passar dos 32 anos de matrimônio, quantos deles ainda se respeitavam? Quantos ainda eram cúmplices um do outro? Quantos ainda saíam juntos para se divertir? Conversavam sobre amenidades, e davam risada? Quantos realmente tinham orgulho de estar por todo aquele tempo junto?

Aí você vai dizer: “Pô, Zuza, da hora! Seus pais são o perfeito exemplo de família! São pais perfeitos!”. O cacete! São nada. Discutem como qualquer casal. Brigam. Erram. E criaram um filho rabugento e uma filha ‘zé mané’. Imagino quantas vezes minha mãe não teve que aguentar os discursos chatos e as lições de moral do meu pai nesses anos. E quantas vezes o meu pai não teve que aguentar minha mãe chorando por qualquer frescura. É, camarada, não deve ter sido nada fácil!

Mas tem uma coisa na qual eles são imbatíveis: o respeito e a confiança dos dois não se abalam nunca. Nem entre eles, nem com os filhos. Por maior que seja a cagada. Por mais dura que tenha sido a discussão. Eles estão sempre lá. E não é para transparecer uma imagem para as outras pessoas diferente daquela que existe dentro de casa. Isso eu garanto. Agem desse jeito por natureza, por instinto, como se de fato tivessem nascido um para o outro. Acho até que Deus deve ter feito isso mesmo.

Já vi casais que escolhem ficar juntos, mesmo que não haja respeito, mesmo que não haja amor suficiente, só por conveniência. Seja para manter as aparências, seja para manter o modelo da tal “estrutura familiar” inabalado.

Seu Zuzão costuma dizer que eles são uma raridade. E graças a Deus, são meus pais, dos quais eu tenho muito orgulho.

Atualização: Esqueci de comentar aqui, mas no mesmo dia do aniversário de casamento dos meus pais, também foi aniversário de casamento dos meus padrinhos: 51 anos. Uma ótima idéia, né não?

Casamento é pra gente grande

Publicado: 1 de junho de 2010 por Kzuza em Relacionamento
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Estando prestes a completar meu primeiro ano de casado (o que é uma eternidade para alguns), devo confessar que acho isso um barato. E não é porque estou fazendo média, já que minha esposa é uma das únicas leitoras desse espaço, mas sim porque é bacana mesmo. Não, não é fácil, a água não é quentinha, a cerveja não é gelada e nem a música é sempre a mais agradável, mas mesmo assim é show de bola.

O que me intriga é gente que diz que casamento não presta. Ou que casar é para quem gosta de sofrer. Ou que o casamento é uma prisão. No último domingo fui à festa de bodas de ouro da minha madrinha. E eles não tem essa opinião. Nem eu.

Até porque quem torna o relacionamento sofrido é o próprio sofredor. Porque todas as pessoas do mundo são diferentes umas das outras, mas todas possuem defeitos e qualidades. Todas. E dentre as diferenças entre nós, seres humanos pensantes, uma das que faz um relacionamento dar errado é a tolerância. A capacidade de aceitar as diferenças. A capacidade de engolir algumas coisas que estão erradas, que são contra a sua vontade, mas que movem o mundo.

É assim no seu trabalho. Na sua faculdade. É assim até com seu time do coração. Porque se você não tolera que, nesses lugares, podem ocorrer coisas que são contra os seus ideais, você vai sofrer também. Quem nunca pensou em desistir da faculdade por conta de uma matéria que enchia o saco, e que você não entendia o porquê dela estar no currículo? Quem nunca quis pedir as contas quando o chefe/cliente chato não cansava de aporrinhar? E quem nunca sofreu quando o jogador do seu time perdeu aquele gol feito na final do campeonato?

Casamento está quase lá. Aliás, qualquer relacionamento está quase lá. Sempre tem aquela matéria chata (a minha, no caso, é levar a mulher no shopping pra comprar roupa). Sempre tem o chefe chato (quando eu tenho que fazer algo que não quero). Sempre tem o jogador ruim (ela deixa de fazer algo porque esqueceu). Mas eu consegui me formar na faculdade, nunca perdi a paciência no meu trabalho, e até hoje torço pro meu time. Então por que motivo eu não estaria casado, se eu tenho carinho toda noite, uma companheira linda e bem-humorada, e que está ao meu lado para tudo?

Sinceramente, se a gente olhar melhor, nossa vida tem muito mais coisas boas do que ruins. É por isso que vale à pena curtir tudo isso. E o casamento também tem muito mais pontos positivos do que negativos. E se você souber tolerar os pouquíssimos pontos negativos que existem, irá ter a mesma opinião que eu.

Nem um ano!

Publicado: 23 de abril de 2010 por Mathias em Comportamento, Relacionamento
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É isso aê!!

Mais um que acabou, o casamento de Pato e a gatinha da Stephanie Brito, esse final prematuro já veio anunciado deste o início.

A modernidade de hoje perde feio para os tradicionais casamentos arranjados do Oriente! Urgh!

Depois que vi esse vídeo tudo ficou óbvio.

Esses não se olham e o Pato é muito tosco, me lembro de quando tinha 14, 15 anos! É a mesma reação, sem saber o que falar sem saber demonstrar o sentimento.

FUI! Mathias

Ouvindo: Amy Winehouse – Tears Dry On Their Own

Para ver uma análise comportamental completa de um cara fera clique aqui