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Eurotrip – 11° dia – Budapeste/Hungria

Publicado: 16 de agosto de 2014 por Kzuza em Viagem
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Dia de repor as energias…

Budapeste é cheia de termas. Existem várias piscinas pela cidade, e hoje fomos à Szechenyi. O lugar é doidão. Sorte que compramos os ingressos no próprio hotel e nem precisamos pegar uma fila enorme por lá.

As águas são muito quentinhas. Algumas piscinas chegam a 38°C. É muito revigorante.
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À noite, depois de jantar, fomos conhecer o New York Cafe, auto-denominado “o café mais bonito do mundo”. Realmente, o negócio é magnífico.

Eu tomei um chocolate quente (que na verdade era morno) e a Ju comeu um doce. Deixei um rim para pagar a conta e lavei 2 pilhas de pratos, mas valeu.
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Budapeste vai deixar muita saudade, mas a gente volta um dia. Amanhã vamos pra Zagreb.

Surpresa do dia: O lance do termas é muito doido!

Presepada do dia: Encontrar um lugar ao sol para se sentar no termas é uma aventura. Apesar do sol, batia um vento frio. Murphy nos acompanhou e nos sentamos ao lado de um casal italiano bem serelepe. Achamos que o negócio ia rolar ali mesmo. Maior pegação. E já eram 2 senhores. O véio de barraca armada e tudo. Rolou até mão por dentro da sunga na bunda do véio. Bizarro total. Mudamos de lugar porque estávamos incomodados. Todos paravam pra ver. Depois a Ju até tirou uma foto. Saca só o cara em cima da mulher…
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E a chuva foi embora de vez. E o sol veio com tudo.

Certamente foi um dos melhores dias da minha vida. Que puta lugar legal!

Conhecemos o Parlamento, depois fomos à pé até a Ponte das Correntes, para subir até o Castelo de Buda. Pra quem não sabe, a cidade é dividida pelo rio em Buda e Peste. Estamos hospedados do lado de Peste .

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A subida ao castelo pode ser feita por um funicular, ou à pé mesmo, que foi nossa opção. A vista lá de cima compensa.
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Lá no alto, ainda dá pra visitar a igreja de São Matheus, e o mirante dos pescadores. De lá a vista do Parlamento é linda.
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Almoçamos lá no topo mesmo. Paga-se caro, mas a vista compensa. Depois descemos e fomos até uma igreja construída dentro de uma rocha, ainda em Buda. Nada demais, por sinal. Acima da igreja, há um mirante de onde se vê outra parte da cidade, como o Mercado Central.

Jantamos num restaurante chique pra caralho na região do hotel. Comida maravilhosa, vinho, luz de velas… O restaurante chama-se Chess, pra deixar registrado, e não é muito caro.

No caminho, paramos pra trocar dinheiro e acabamos conhecendo um casal brasileiro bem simpático, de Londrina.

Surpresa do dia: na praça do Parlamento, fomos surpreendidos por sprinters no piso que começam a soltar spray de água pra refrescar a galera.

Presepada do dia: Por incrível que pareça, não houve. O dia foi tão perfeito que não fizemos nenhuma bosta dessa vez. Talvez o ponto negativo do dia tenha sido os drinks que resolvemos tomar no restaurante lá do castelo, que eram horríveis.

Eurotrip – 9º dia – Budapeste/Hungria

Publicado: 15 de agosto de 2014 por Kzuza em Viagem
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Mais uma mudança de país. Na verdade, Budapeste fica bem pertinho de Viena, a 2 horas de trem só. Pegamos o trem na estação Meidling em Viena para cá. Fiz uma cagada sem saber, pois comprei a passagem até a estação de Kelenfôldi aqui, que fica bem longe de onde estamos, e precisamos vir de táxi. Nada caro, mas depois vi que estamos a menos de 5 minutos à pé da estação central Keleti. Enfim, Inês é morta…

O povo húngaro já surpreendeu desde o trem. Pedi uma informação para o funcionário do trem que veio conferir as passagens e o cara foi super atencioso. Mostrou qual a estação em que nós desceríamos, quanto tempo faltava até lá, coisa e tal. O taxista que nos trouxe até o hotel também foi bem simpático, veio conversando com a gente o caminho todo. O funcionário do hotel também foi muito solícito. Foi ele que nos solicitou o táxi que já estava nos esperando quando chegamos, e também nos deu as dicas básicas aqui da cidade. E nos indicou um restaurante de comida típica húngara para almoçarmos, onde o senhor responsável pelo restaurante é um cara muito bacana! Comemos um goulash (que é tipo uma carne de panela deles) e um frango com páprica (bem próximo a um strogonoff de frango), tudo seguindo as orientações dele. Valeu muito à pena.

Agora, se nós achávamos que alemão e tcheco eram línguas complicadas, o húngaro faz por merecer a citação de Chico Buarque, que diz ser a única língua que o diabo respeita. Nunca vi nada parecido. Não se assemelha a nada que eu já tenha ouvido. As placas aqui são ignoradas por mim facilmente.

Como estava chovendo muito desde que chegamos, o máximo que fizemos foi ir almoçar e depois trocar dinheiro na moeda local, o florim húngaro. R$1 compra 100 florins, para se ter uma ideia. A moeda é bem desvalorizada, então tudo tem muitos zeros à direita (mais até do que na República Tcheca), e eles também não usam os centavos.

Quando parou de chover, demos um rolê pela cidade. Fomos até um parque onde ficam alguns museus de Budapeste. Esse lugar fica a 30 minutos à pé do hotel, e como eu e a Ju estávamos no pique, fomos assim até lá. Dentro do parque, que é lindo, há um bar meio aberto assim, tipo uma tenda, onde estava rolando um show de uma banda cover do Pink Floyd. Caras bons pra cacete, uma baita som, alto e de qualidade!
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E foi depois daí que rolou a…

Presepada do dia: no mapa da cidade, havia a indicação de um restaurante TGI Fridays aqui em Budapeste. Não sei o que deu na Juliana de querer jantar lá. Já havíamos feito 1 hora de caminhada e ela viu pelo mapa que dava pra ir à pé até o local indicado. Andamos mais meia hora até lá, sem parar. O restaurante fica dentro de um shopping center. Chegamos lá varados de fome, por volta das 21h. Minhas pernas já não respondiam mais. O pior de tudo foi ter andado por lugares totalmente ermos da cidade, com pouca iluminação e pouco movimento, numa área nada turística…hehehehehe….

Surpresa do dia: finalmente, após todo o mau humor e grosseria de alemães, tchecos e austríacos, encontramos um povo simpático, feliz e sorridente. Não sei dados de pesquisa, mas posso apostar que a vida sexual do povo húngaro é muito mais saudável do que os demais. Isso deve explicar, pois a cidade toda é bem velha, pobre, mas mesmo assim a galera é de bem com a vida.