Arquivo da categoria ‘Relacionamento’

Seu príncipe encantado vendeu o cavalo branco

Publicado: 18 de novembro de 2011 por Kzuza em Relacionamento
Tags:

É muito engraçado ver como homens e mulheres são diferentes, principalmente quando o assunto é relacionamento.

Andei lendo um livro chamado “Ria da minha vida antes que eu ria da sua”, onde um cara chamado Evandro Daolio escreve algumas boas teorias sobre relacionamentos. Isso me fez analisar melhor pessoas próximas (amigos e família) e cheguei à conclusão que boa parte das teorias que ele cita no livro se aplicam à muita gente que conheço. Mas também desenvolvi algumas teorioas a respeito de relacionamentos, as quais creio aplicarem-se a um grande contingente também.

Observando meus amigos, solteirões e solteironas, por volta dos 30 anos de idade, percebi que homens acabam sendo muito mais bem resolvidos nessa questão em relação às mulheres. Sério. Por mais imaturos que nós homens sejamos, nesse ponto levamos vantagem (não no meu caso, pois sou casado). Homem aceita muito melhor o fato de ser um solteirão encalhado do que as mulheres. A maioria dos meus amigos homens assumem o fato de quererem não assumir um relacionamento, ou então assumem o fato de serem uns merdas e não conseguirem até hoje se manter em um namoro sério por muito tempo.

Mulheres são muito, mas muito diferentes nesse tipo. Porque na verdade, por mais difícil que seja admitir (e elas não admitirão de jeito algum), elas se sentem mal quando estão solteiras nessa faixa de idade. Algumas jogam a culpa nos homens, afinal, não existe nenhum que esteja à sua altura. Não existem homens maduros, ou que sejam merecedores do seu amor, etc. Coisa assim. Pura balela.

A solteirice é a praga que mais atormenta as mulheres depois dos 25 anos, meus amigos. Talvez até mais que a celulite ou a gordura localizada. Atormenta, mesmo no subconsciente, inclusive aquelas que já namoram. Conte para você mesmo quantas amigas, conhecidas e parentes suas que, mesmo sabendo do traste que têm como companheiro, mantêm seu relacionamento? Isso é mais sério do que você pensa. Homens não pensam duas vezes antes de meter o pé na bunda de uma vadia ou de uma mulher chata (é claro que existem exceções), mas mulheres relutam milhares de vezes mais antes de fazer o mesmo. Não estou generalizando, estou apenas comentando que isso é muito mais comum do que você pensa.

Existe um erro muito comum, tanto em homens quanto em mulheres, em acreditar que o seu par ideal está agora, em casa, assistindo novela sentado no sofá ao lado da mãe. Ou então em uma igreja rezando, ou fazendo ações de caridade em uma comunidade pobre na periferia. Essa é uma teoria que o Evandro descreve bem no livro. Acordem para a vida, solteirões da minha vida. O seu marido/mulher ideal também paquera, também sai “à caça” na balada, também beija bocas alheias por aí. E nem por isso não é ideal.

Numa conversa com uma amiga minha essa semana, ela mencionou que “enquanto meu príncipe encantado não chega em um cavalo branco, eu vou me divertindo”. Depois paramos e pensamos direito. Príncipe encantado? Cavalo branco? O cacete! Mulher nenhuma hoje em dia quer isso. Mulher quer um cara para dividir as contas (de preferência, 90% para ele e 10% para ela), que banquem passeios bacanas, que as agradem de vez em quando (sim, de vez em quando, porque se for sempre, elas menosprezam) e que tenham pegada firme na cama. É praticamente só isso. Claro que uma ou outra vai ter uma manha aqui ou outra acolá, mas isso é hoje o centro de qualquer relacionamento. Sem isso, meu amigo, pode esquecer.

Homens querem uma bunda gostosa e uma mulher que fale na medida certa, nem muito, nem pouco, sem encher o saco. E só, fácil assim.

Mas enfim, somos mesmo muito diferentes.

Nota de premonição: Mulheres vão odiar o texto e não vão admitir que se enquadram no que eu disse, embora se enquadrem. Esqueci de dizer aqui que elas são muito mais difíceis de dar o braço a torcer. Vão me achar machista. Já os homens…. ah, esses pensam todos iguais….

CONSCIÊNCIA SOCIAL ON:
Declaro que é totalmente válido e recomendável o “planejamento” para tal “ato”.
CONSCIÊNCIA SOCIAL OFF:
Para os sentimentais é um sonho;
para os hieráticos é uma missão;
para os céticos é questão biológica;
para os egoístas é um custo muito alto;
para mim um acidente sem traumas, pois sempre pensei em constituir família, ou melhor, sempre pensei em ter filhos, só fui um pouco precoce.
Sou pai, nunca me julguei pronto, simplesmente me tornei pai… sinceridade, ninguém se prepara pra isso, até porque para a paternidade não tem pré-requisito (apenas um) e não é preciso ler manual.
Vejo uma associação errada entre planejamento com preparo, pode-se planejar um filho e depois nunca estar preparado.
Nunca fui apegado com crianças, não tenho muito jeito, não tenho paciência e sempre confiei a máxima que diz: “Criança é igual peido, a gente só suporta o nosso”. 
Mas bom mesmo é filho dos outros, quando tá enchendo nosso saco é só despachar!
Até aqui pareço me queixar da paternidade, mas não!
Na verdade traço minha vida em 2 momentos, uma até os 22 anos, sem filhos e sem “responsabilidades“, e a outra quando meu filho deu seu primeiro passo, acho que com uns 9 meses de idade… Pode parecer estranho, porque o esperado seria dizer o momento do nascimento, mas para mim o nascimento é mais técnico que sentimental.
No primeiro passo percebi conscientemente que eu iria guiar os seus próximos passos, quiçá, por mais uns 18 anos! Junto com os primeiros passos vieram os primeiros tombos… momento mágico e também assustador!
Só com o tempo vou me julgando apto. Mas é um ciclo, porque qualquer nova situação, algo inesperado, cada nova experiência com o rebento derruba minha auto-estima como pai e sinto-me um verdadeiro babaca que não sabe criar nem um cachorro.
Poderia escrever um livro sentimental grosso sobre meus pensamentos como pai. Mas fico apenas no  debate das questões educacionais e comportamentais dada pelo Zuza no post de 18 de maio… onde ele deu sua opinião sobre as diferenças da educação do nosso tempo (Meu inclusive) com os atuais.
Como eu fui filho na geração passada e sou Pai na atual tenho um pequeno ônus de credibilidade.
Primeiramente concordo que muitos Pais recorrem a terceirização(Humm… será isso?) para resolver alguns problemas, mas atribuo isso a correria de hoje. Por outro lado não associo esta postura com o mal-comportamento dos filhos. Normalmente a falta de autoridade é por culpa, nos poucos momentos que curtem o filho acham que devem deixar os cabeçudinhos fazer o que querem.
Vejo também que a necessidade dos pais, de hoje (será que só de hoje mesmo?), de recorrer a diversos profissionais para ajudar a educar seus filhos é o resultado da atual geração de serviços, porque temos a disposição uma prateleira sem fim de opções confortáveis.
Se vamos numa livraria tem uma seção única e exclusiva sobre Pais e filhos, além de livros inúteis de auto-ajuda com títulos apelativos-pseudo-sentimentais. Eu mesmo cai nessa, comprei um livro chamado “A mágica do 1, 2, 3”, com um método revolucionário para domar as ferinhas! argh.
Hoje na TV tem um monte de programas com pessoas opinando e dando receitinha de bolo sobre a educação dos filhos, sobre a postura dos pais e sobre os problemas do relacionamento entre eles. Se eu pego a Supernanny de frente eu cometo um homicídio!
Também temos muita informação, que se não for bem aproveitada acaba gerando mais problema que solução.
O resultado de tanto serviço e informação é a insegurança dos pais, na forma de conduzir um problema simples e no peso de ser justo com o descendente, além de sempre querer evitar constrangimento em público para acabar com aquele surto de birras e xiliques.
Sou um pai ultrapassado (Concordo com o Kbça e a Fabi) e não compartilho simpatia com os métodos contemporâneo, prefiro a educação antiquada e eficaz do “medo” e “ditadura”. 
Mas culpar os pais por querer o melhor para o filho é injusto, provavelmente pais que não sabem lidar com a educação dos filhos não tiveram uma educação presente dos seus pais, e por isso a procura por pessoas disponíveis para ajuda-los… mal não faz, se é certo ou errado eu não sei.
Talvez a próxima geração, daqui uns 10 anos, seja de jovens padronizados, todos com a mesma personalidade.

Bom, a educação sempre vai viver dilemas, não é de hoje, Roger Waters criou um clássico sobre o assunto, no fundo acho que cada indivíduo segue o caminho que escolhe, independente dos Pais, da Escola e do Ambiente em que vive.

FUI! Mathias
Ouvindo: 

Vitória!

Publicado: 26 de maio de 2011 por Kzuza em Relacionamento
Tags:

Estava aqui caçando um tema sobre o qual escrever hoje, e quase não percebi que o acontecimento mais importante do dia estava na minha frente! Então chegou a hora.

Hoje meu pais, Dona Zuzona e Seu Zuzão, estão completando 32 anos de casados! Caraca, merrmão! É tempo pra cacete, meu camarada! E em todo esse tempo nunca viram o Curintcha ganhar uma Libertadores!

Tá, mas vamos deixar de gracinha e comentar o que é sério nessa história.

Será que você faz uma idéia do que é isso? 32 anos morando numa mesma casa, um olhando pra cara do outro, todo santo dia? Tá, você vai me dizer que já viu outros casos assim. Sim, mas quantos? E uma pergunta ainda mais intrigante: desses que vocês já viram passar dos 32 anos de matrimônio, quantos deles ainda se respeitavam? Quantos ainda eram cúmplices um do outro? Quantos ainda saíam juntos para se divertir? Conversavam sobre amenidades, e davam risada? Quantos realmente tinham orgulho de estar por todo aquele tempo junto?

Aí você vai dizer: “Pô, Zuza, da hora! Seus pais são o perfeito exemplo de família! São pais perfeitos!”. O cacete! São nada. Discutem como qualquer casal. Brigam. Erram. E criaram um filho rabugento e uma filha ‘zé mané’. Imagino quantas vezes minha mãe não teve que aguentar os discursos chatos e as lições de moral do meu pai nesses anos. E quantas vezes o meu pai não teve que aguentar minha mãe chorando por qualquer frescura. É, camarada, não deve ter sido nada fácil!

Mas tem uma coisa na qual eles são imbatíveis: o respeito e a confiança dos dois não se abalam nunca. Nem entre eles, nem com os filhos. Por maior que seja a cagada. Por mais dura que tenha sido a discussão. Eles estão sempre lá. E não é para transparecer uma imagem para as outras pessoas diferente daquela que existe dentro de casa. Isso eu garanto. Agem desse jeito por natureza, por instinto, como se de fato tivessem nascido um para o outro. Acho até que Deus deve ter feito isso mesmo.

Já vi casais que escolhem ficar juntos, mesmo que não haja respeito, mesmo que não haja amor suficiente, só por conveniência. Seja para manter as aparências, seja para manter o modelo da tal “estrutura familiar” inabalado.

Seu Zuzão costuma dizer que eles são uma raridade. E graças a Deus, são meus pais, dos quais eu tenho muito orgulho.

Atualização: Esqueci de comentar aqui, mas no mesmo dia do aniversário de casamento dos meus pais, também foi aniversário de casamento dos meus padrinhos: 51 anos. Uma ótima idéia, né não?

Filhos, por que tê-los?

Publicado: 18 de maio de 2011 por Kzuza em Comportamento, Relacionamento
Tags:, ,

Minha mãe sempre diz uma frase estranha: “Filhos, pra que tê-los? Mas se não tê-los, como sabê-los? E se tê-los, onde metê-los?”. Acho que é mais ou menos isso.

Não tenho filhos. Ainda. Por 2 motivos simples: a Dona Juliana não é nada adepta dessa história de ser mãe, e eu também não me julgo pronto nesse momento. Mas um dia eu sei que terei.

Portanto, deixo a tarefa da procriação para aqueles mais capazes. Ou para aqueles que se julgam capazes de terem filhos.

Eu explico.

Cara, fazer filho é a coisa mais fácil do mundo. E a mais gostosa! Todo mundo deveria treinar. Mas fazer gol no treino, como diria meu amigo Ricardo Martins, é bem mais complicado. Porque é bem fácil pensar naquele bebezinho bonitinho, cheirando talco, fofinho. Difícil é pensar em como criá-lo para o mundo. E é aí que muita gente não é capaz.

Antigamente, a tarefa de se “criar” os filhos cabia somente aos pais. Vou te contar que conheço inúmeros pais que foram extremamente felizes nessa empreitada. Sério mesmo. Conheço uma cacetada, dentro e fora da minha família. Pais que criaram verdadeiros exemplos! Pessoas que sabem viver em sociedade. Que se levantam quando tomam uma cacetada na cabeça. Que entendem o cotidiano, que sabem o que é trabalhar, que sabem ralar para conseguir suas coisas.

Mas, sinceramente, hoje em dia é cada vez mais raro encontrar pais como esses de antigamente.

Os pais de hoje não querem mais assumir a bomba que é criar um filho. Sim, porque eu acho que é uma bomba. É uma tarefa de extrema responsabilidade e dificílima! Mas os pais não querem isso sozinhos não. Querem dividir a responsabilidade com a escola, com a sociedade, com psicólogos, especialistas, pediatras, etc. Sim, esses sim devem resolver os problemas, e não eles, pobres pais. Eles, que só marcaram um gol no treino, não é mesmo?

Cada vez mais vejo os pais querendo resolver os problemas dos seus filhos com ajuda externa, quando na vedade se esquecem que a solução para tudo está dentro da própria casa, no ventre da família. Canso de ver gente (homens e mulheres) que não consegue impôr sua autoridade de pai/mãe e sofre com isso. Que história é essa, meu camarada?

Voltando àqueles pais de antigamente que eu comentei aqui, tente lembrar de uma coisa: quem eram os caras que você mais respeitava quando era criança? Eu não preciso nem responder aqui porque você sabe. Na minha vida, sempre foi assim: manda quem pode, obedece quem tem juízo. E se eu não tivesse juízo, o bicho pegava. Aliás, com todo mundo que eu converso hoje, pessoas da minha idade ou mais velhas, a história é semelhante. E estamos todos vivos e bem.

Hoje em dia, o que rola, normalmente? Bem, você sabe melhor do que eu. A chinela não canta mais pra ninguém. E quando eu falo em chinela cantar, não entenda como surra. Eu nunca tomei uma surra na vida, mas sei muito bem quais eram as consequências das minhas malcriações de criança.

A molecada de hoje em dia, em geral, deita e rola. Eu canso de ver pais desesperados, sem saber o que fazer com crianças xiliquentas, malcriadas. E quando os pais não sabem mais o que fazem, a solução hoje em dia é geralmente atender ao que os filhos desejam. Sim, fazem tudo o que as crianças querem. Para não ouvir um choro. Para não se indispor. Os pais têm medo dos filhos, e não o contrário, como era antigamente. E começam a superproteger as suas crias.

Ninguém pode encostar nas suas crianças. Eles as afastam de qualquer tipo de perigo. Evitam a qualquer custo que reprovem de ano na escola. Têm medo do bullying. Se a criança/adolescente é revoltada, correm direto para o psicólogo. Culpam a escola pelas notas baixas de seus filhos.

Falando sério, quem os pais pensam que estão mudando com esse tipo de comportamento: os filhos ou o mundo? É óbvio que são os filhos. O mundão continua o mesmo aí fora, camarada. E querendo ou não, teu filho vai cair nele uma hora. Você acha que ele vai estar preparado?

Vi um vídeo do Cauê Moura no canal Desce a Letra, no Youtube, onde ele pergunta assim: “Você não acha que está na hora de deixar a seleção natural agir por conta própria sobre seu filho?”.

É exatamente o que eu penso. Não acho que você deve deixar seu filho se matar, ou ser atropelado por um caminhão, ou cair de um prédio. Não. Mas você não acha que já passou da hora de deixar seu filho se foder um pouco pra começar a entender as consequências das coisas erradas que faz?

Casamento é pra gente grande

Publicado: 1 de junho de 2010 por Kzuza em Relacionamento
Tags:

Estando prestes a completar meu primeiro ano de casado (o que é uma eternidade para alguns), devo confessar que acho isso um barato. E não é porque estou fazendo média, já que minha esposa é uma das únicas leitoras desse espaço, mas sim porque é bacana mesmo. Não, não é fácil, a água não é quentinha, a cerveja não é gelada e nem a música é sempre a mais agradável, mas mesmo assim é show de bola.

O que me intriga é gente que diz que casamento não presta. Ou que casar é para quem gosta de sofrer. Ou que o casamento é uma prisão. No último domingo fui à festa de bodas de ouro da minha madrinha. E eles não tem essa opinião. Nem eu.

Até porque quem torna o relacionamento sofrido é o próprio sofredor. Porque todas as pessoas do mundo são diferentes umas das outras, mas todas possuem defeitos e qualidades. Todas. E dentre as diferenças entre nós, seres humanos pensantes, uma das que faz um relacionamento dar errado é a tolerância. A capacidade de aceitar as diferenças. A capacidade de engolir algumas coisas que estão erradas, que são contra a sua vontade, mas que movem o mundo.

É assim no seu trabalho. Na sua faculdade. É assim até com seu time do coração. Porque se você não tolera que, nesses lugares, podem ocorrer coisas que são contra os seus ideais, você vai sofrer também. Quem nunca pensou em desistir da faculdade por conta de uma matéria que enchia o saco, e que você não entendia o porquê dela estar no currículo? Quem nunca quis pedir as contas quando o chefe/cliente chato não cansava de aporrinhar? E quem nunca sofreu quando o jogador do seu time perdeu aquele gol feito na final do campeonato?

Casamento está quase lá. Aliás, qualquer relacionamento está quase lá. Sempre tem aquela matéria chata (a minha, no caso, é levar a mulher no shopping pra comprar roupa). Sempre tem o chefe chato (quando eu tenho que fazer algo que não quero). Sempre tem o jogador ruim (ela deixa de fazer algo porque esqueceu). Mas eu consegui me formar na faculdade, nunca perdi a paciência no meu trabalho, e até hoje torço pro meu time. Então por que motivo eu não estaria casado, se eu tenho carinho toda noite, uma companheira linda e bem-humorada, e que está ao meu lado para tudo?

Sinceramente, se a gente olhar melhor, nossa vida tem muito mais coisas boas do que ruins. É por isso que vale à pena curtir tudo isso. E o casamento também tem muito mais pontos positivos do que negativos. E se você souber tolerar os pouquíssimos pontos negativos que existem, irá ter a mesma opinião que eu.

Valorizar a vida

Publicado: 7 de maio de 2010 por Kzuza em Cotidiano, Relacionamento
Tags:,

Sabe aquela história de que casa é onde o coração está? Pois é, meio complicado e sentimental isso, mas é bem verdade.

As coisas mudam bastante quando você sai da casa dos seus pais para viver numa casa que é sua de verdade. E não falo só da responsabilidade que é muito maior, mas os sentimentos são diferentes. Acho que é instinto humano mesmo, de defender o que é seu, de delimitar o seu território e tomar conta dele.`

Quando você passa um longo tempo fora de casa, agora a sensação é muito diferente. Por 2 vezes, já passei mais de 1 mês longe da casa dos meus pais. É claro que sentia falta, mas não era a mesma coisa.

Agora, 4 dias fora causam um vazio tremendo. E quando estou de volta, tudo parece ter um valor imensurável. Como poder dirigir o meu carro. Como tomar um banho no meu chuveiro. Como jantar ao lado da pessoa que eu escolhi para viver. Como beber uma bebida na minha casa. Como sentar no meu sofá.

E agora, também, saudade de mãe e pai é diferente. Porque a gente já passa uma semana sem se ver. E a falta que eu sinto é de alguém que eu conquistei, e que eu escolhi. E é a única pessoa que divide comigo as mesmas coisas. E parece que, sem ela, as coisas só funcionam 50%. Talvez seja até verdade.

Mas estou de volta, e o espaço vazio está se preenchendo. Talvez esteja cheio até a próxima semana, quando eu vou embora de novo e ele começa a se esvaziar de novo. É a vida. É difícil. Mas é necessário.

Criatividade

Publicado: 29 de abril de 2010 por Mathias em Comportamento, Relacionamento

Nós, humanos, somos muito criativos mesmo.

Para alguns o ócio gera idéias idiotas… se for verdade os criadores de realitys show são mais ociosos que Dorival Caymmi.

Hoje vi um programas de Reality Show chamado “Efeito EX”, no Canal Multishow (NET).

A situação chega a ser engraçada, até parece tudo armado… talvez esse seja o interessante do programa.

O esquema é:

Juntam-se os EX namorados num fim-de-semana, maior clima, só que eles não sabem que os “Atuais” estão num quarto ao lado espionando tudo.

Resultado, bacanal!

Os EX não resistem ao clima e os atuais por vingança muitas vezes entram no clima e a pegação também rola solta.

No final devem escolhem entre os Atuais ou Ex’s.

E a maioria, mesmo depois de cair na pegação com os EX’s, acabam escolhendo os atuais…

E tudo acaba, bem… eu acho!

Como diz o velho ditado LISARBIANO: “Chifre trocado não dói”

FUI! Mathias