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Cansei!

Publicado: 29 de maio de 2017 por Kzuza em Política

Esse é um post de despedida. Talvez não um “adeus”, mas um “até um dia”! Eu, Zuza, estou me despedindo dos assuntos relacionados à política. Ao menos nesse blog e na nossa página no Facebook. Eu desisti. Cansei. Esse fardo é pesado demais para mim.

Já tinha feito isso há um tempo atrás. Removi todas minhas ‘curtidas’ e ‘seguidas’ no Facebook em páginas e em pessoas que falavam sobre política (independente da ideologia – direita ou esquerda). Parei de escrever. Confesso: eu me senti muito bem. Mas bastante gente me questionou, pediu para que eu voltasse. Retomei as atividades no início desse ano. Voltei com as curtidas, criei a página do MF no Facebook, passei a pesquisar mais.

Mas essa semana, o desânimo voltou. Já bloqueei todo mundo novamente no meu Facebook. Agora só tem vídeo engraçado, crianças fofinhas, assuntos da família e vídeos de gatos. Chegou a vez de me despedir desse assunto também na MF. E por isso estou escrevendo.

Você talvez se pergunte: mas por quê? Eu explico.

Em primeiro lugar, o momento turbulento que nosso país está passando. É impossível para mim acompanhar tudo o que está acontecendo, pesquisar, me informar e fazer um julgamento racional. Por incrível que pareça, acho isso sempre necessário, não consigo ser superficial. Mas com o meu trabalho pegando fogo, onde não consigo parar muitas vezes nem para tomar um café, como consigo fazer isso? Não tenho pique para chegar em casa e me inteirar de tudo o que rolou durante o dia (e olha que não têm sido poucas coisas).

Em segundo lugar, e onde reside o principal motivo dessa minha renúncia à política, está o altíssimo grau de desonestidade intelectual das pessoas. Quando o problema é falta de acesso à informação, eu até entendo o fulano ser ignorante. Mas quando o problema é falta de honestidade (para não dizer um excesso de filhadaputagem mesmo), aí não tem perdão.

O nível da discussão chegou a graus tão absurdos que houve gente semana passada que chegou a defender a manutenção da cracolândia. O mesmo povo que defendeu a cidade pixada chegou agora a defender, veja só, um antro de criminalidade, tráfico de drogas e de viciados em crack. Quando li esse texto aqui, minha ficha caiu e pensei: agora não falta mais nada.

Como disse para um amigo, não importa o que o atual prefeito faça em relação à cracolândia. O problema não está no QUE ele faz: o problema é que é ele QUEM faz. E aí os órfãos do ex-prefeito das ciclofaixas surgem para bradar contra qualquer ação do atual gestor.

O mesmo raciocínio imbecil se repete em nível nacional. As gravíssimas denúncias contra o atual mandatário, dignas de mais um pedido de abertura de impeachment, inflamaram um discurso absurdo pedindo eleições diretas, passando por cima da Constituição Federal para fazer valer a vontade da horda órfã da ex-presidenta.

Enfim, cansei de escrever para convertidos. A gente que lê e entende meus textos não precisa mais deles. Quem mais deveria ler e entender algumas coisinhas simples que eu coloco nesse espaço está pouco se fodendo para isso, porque pensar dói um pouco e, mais importante que pensar, é estar ao lado dos que parecem bonzinhos. Mais importante é ficar bem com os amiguinhos da classe média alta do condomínio e da faculdade. Importante mesmo é repetir jargões. É parecer bom. É dizer que ter boas intenções, mesmo que suas ideias sejam comprovadamente fadadas ao fracasso.

Meu sonho agora, como diria um conhecido meu, é chegar a um nível de ignorância política onde eu não saiba sequer quem é o presidente da república.

Vou voltar aos meus livros de filosofia… Até breve!

Sindicatos/Movimentos Sociais ou PCC?

Publicado: 27 de abril de 2017 por Mathias em Política, violência
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Boato de toque de recolher afeta 4 bairros de Santo André
Leia a transcrição deste áudio:
_ Pessoal, estão anunciando que vão liberar o UBER com desconto na cidade, é o seguinte, se tiver um UBER rodando a gente vai quebrar tudo hein irmão.
_ Avisa a galera ai porque se não parar o país sexta-feira nóis vai quebrar é tudo esses carros aí com celular no painel, é pra aderir a greve geral hein.
_ Não é pra levar um trabalhador… uma manicure, uma cabeleireira, não é pra levar ninguém ao trabalho, e todos os trabalhadores tem que ficar em casa tranquilo aí, que a mobilização é geral.
_ É o seguinte, vamo quebrar tudo, se tiver 1 uber rodando no Brasil nóis vai quebrar.
Áudio aqui:
Você sabe se isso é uma intimidação do PCC sobre a população ou de sindicalistas sobre trabalhadores?
O áudio circula em grupos de whatsapp de “motoristas de app” como Uber, devido a uma parceria dá prefeitura com a empresa, para garantir mobilidade urbana na cidade.
Escolas privadas estão com medo de funcionar amanhã com medo de represálias, sindicatos já compareceram nos locais para alertar.
Pequenos comércios locais já estão cogitando não abrirem devido aos inúmeros boatos.
A atuação dos sindicatos se assemelha ao terrorismo das organizações criminosas como PCC. Armado com pelegos que se sustentam pela suor dos trabalhadores, arrancando 1 dia de trabalho por ano de forma compulsória, os sindicatos e demais movimentos que existem em função da sua sanha por poder e dinheiro organizam para sexta-feira (28/04) uma greve geral.
As pautas são vagas e basicamente faz oposição as reformas estruturais da previdência e do trabalho, reformas essas que prejudicam justamente os próprios sindicatos, que roubam a autonomia do indivíduo.
Mas dessa vez, para garantir uma paralisação que não tem apoio popular as centrais sindicais estão usando do terror característico das utilizadas pelo crime organizado.
Tudo começa com um burburinho, o que antes se alastrava no boca a boca, na rádio-peão de intervalo do almoço hoje está a apenas 2 cliques, em poucas horas cria-se um factoide baseado em boatos e a merda já está feita. Daí para a histeria coletiva é um passo:
– Você recebe em todos os grupos um áudio alertando a não sair de casa que vão “tacar fogo” em quem estiver na rua.
– Você recebe aquela mensagem reciclada de que passaram de moto fazendo toque de recolher.
– Nos terminais o boato é que tudo vai parar.
– Nas ruas o olhar atento revela um terror cujo inimigo não tem rosto.
– Tem aquele famoso fulano irmão do sargento da rota que tem notícias quentes também, que fala da mobilização dos quartéis sobre o acontecido.
– E o clássico áudio com voz sinistra com 90% de gírias fazendo o mesmo alerta em tom ameaçador.
Essas ameaças são usadas pelo crime, que usa do terror quando querem demonstrar seu poder perante o poder público e a ordem social da cidade, normalmente quando sua estrutura criminosa sofre baixas ou perda financeira. Hoje vemos estas mesmas táticas de terrorismo sendo utilizada pelas centrais sindicais e por supostos movimentos sociais como MST, MTST, UNE ou qualquer outro grupo que diz representar parcelas da sociedade, mas não conseguem se manter financeiramente por seus associados e barganham recursos do estado, recurso que deveria ser devolvido a sociedade em forma de serviços essenciais como a proteção e a garantia da vida, liberdade e propriedade de todo pagador de impostos.
Essa greve visa defender a permanência das gordas verbas pagas obrigatoriamente por trabalhadores e pelo estado, articulada pelos tentáculos da extrema-esquerda totalitária que não conseguem aceitar a autonomia do indivíduo, tratando todos como imbecis incapazes de buscar seus próprios arranjos de trabalho, e nomeando de forma autoritária pessoas que agem em conluio com as figuras políticas já conhecidas por todos nós.
Fui!
Mathias

A crença no Poder da Caneta!

Publicado: 26 de abril de 2017 por Kzuza em Política
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Temos uma greve geral (que aposto que não terá mais de 100 mil adeptos no Brasil todo) agendada para o dia 28 de Abril, sexta-feira. Dentre as reivindicações, a luta contra as reformas trabalhista e previdenciária propostas pelo atual governo.

É desnecessário constatar que essa greve se trata de um mero movimento político da extrema-esquerda brasileira, órfã desde o desmascaramento do PT e dos seus líderes. Qualquer ser humano minimamente consciente tem noção disso. Basta olhar quem está por trás do movimento: movimentos sindicais, partidos de esquerda, movimentos de sem-terra e movimentos estudantis. Ou seja, de voz popular mesmo, não temos absolutamente nada.

Também é completamente inútil dizer que toda a histeria contra tais reformas não tem absolutamente nenhuma relação com o conteúdo da mesmas, mas sim contra seus autores. Dilma e o PT já sinalizavam há tempos a necessidade e o desejo de se realizar a flexibilização da CLT e a reforma previdenciária, sem nenhum pio a respeito vindo dessas mesmas entidades que hoje apoiam uma greve geral.

Mas o que realmente me surpreende nas informações divulgadas por esses organizadores é o tal mantra do “Nenhum direito a menos!”. Espalham aos quatro cantos que o governo está querendo acabar com os direitos dos trabalhadores, inclusive com o direito à aposentadoria.

Esses movimentos possuem uma crença fortíssima que costumo chamar de “Crença no Poder da Caneta”. Eles crêem que basta uma boa vontade de políticos bem intencionados em criar algumas leis, aprová-las e pronto, tudo será realizado. É como se todos os empregos e todo dinheiro do mundo estivessem lá, guardados em um cofre, e que bastasse alguém determinar um lei para que eles fossem destinados aos lugares certos.

Essa gente adora se dizer contra a desigualdade social, mas paradoxalmente apoia uma CLT (por exemplo) que concede privilégios a uma parcela da população (aquela que está empregada formalmente), mas joga para a informalidade e para o desemprego uma outra grande parte. Hoje já são mais de 13 milhões de desempregados. Devemos considerar também jovens que não possuem nenhuma experiência profissional e que tentam entrar no mercado de trabalho e não conseguem, devido às barreiras impostas à contratação deles (como o salário mínimo, por exemplo).

Não há hoje nada mais excludente do que a CLT. Privilegia os que já estão trabalhando e fode com a vida de quem precisa trabalhar. Simples dessa forma. E mesmo assim, há gente defendendo que as coisas continuem assim, e sabe-se lá porquê (eu já tentei entender a mente dessa gente, mas definitivamente não consigo).

Enfim, vida que segue…

Foi golpe!

Publicado: 16 de março de 2017 por Kzuza em Política
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golpe

Eu me rendo: foi golpe!

O PMDB deu um golpe no PT! Onde já se viu? Tanta roubalheira, tanta falcatrua, um plano quase infalível de dominar o país e não quiseram envolver os aliados? Tome! Golpe neles!

Agora vamos à realidade: quem em sã consciência iria confiar no PMDB de Michel Temer, Renan Calheiros e Eduardo Cunha? Quem sairia de mãos dadas nas ruas, quem ofereceria apoio, quem?

A inocência do PT é de dar pena. É como colocar uma cobra cascavel dentro de casa, dar cuidado e comida, e só por isso acreditar que irá mudar a natureza da cobra. Ela certamente irá picá-la, mais cedo ou mais tarde, então por quê a surpresa? Por quê a indignação?

Eu sempre disse que já sabia do que o PMDB era capaz. Sabia da corja que dirige o partido. E mesmo assim, sempre disse que o PMDB foi o fiel da balança, o único responsável por fazer, desde sempre, que o plano de poder do PT não se concretizasse por completo. Não duvido que nos bastidores do poder a conversa sempre era: “Olha, minha gente, vai com calma! Coninuem roubando, mas com parcimônia! Não se lambuzem! Devagar e sempre. Nós estamos aqui há tanto tempo e, veja só, até hoje não fomos pegos! Dá para continuar assim!”.

Mas não. O PT foi guloso. Quis se esbaldar. É aquela história do pobre que nunca come melado, e quando come se lambuza.

E aí não dava mais para fingir que não sabiam de nada. Fingir que nunca estiveram envolvidos. Fingir que eram santos. Então foram lá e dissimularam, fizeram-se de enganados, de traídos,de inocentes. E levaram o processo de impeachment adiante. Ninguém teria como ser contra, os escândalos foram muitos, as merdas foram grandes, estavam todos com as mãos sujas de roubalheira, tráfico de influência, projeto de poder, manipulações, etc.

E o PT caiu, apontando os traidores, dizendo: FOI GOLPE!

Hoje eu entendo, e concordo: FOI MESMO! E digo mais: AINDA BEM!

Não porque eu acho o PMDB bom. Não porque eu ache o Temer bom. Não porque eu concorde com o que eles fazem. Pelo contrário. Mas eu me atenho a 2 simples fatos:

1 – As inflações dos meses de Janeiro e Fevereiro foram as menores dos últimos anos.

2 – Em Fevereiro, pela primeira vez desde 2015, as contratações superaram as demissões no país.

Parece pouco? Perto do cenário que víamos ano passado, antes do impeachment, é um baita de um avanço. Ao menos isso. Antes só víamos notícias ruins atrás de notícias ruins. A espiral negativa tem dado sinais de que pode se reverter, cenário que até então não víamos.

E não tem nada a ver com o Temer. Nem com o PMDB. Nem com o golpe. Tem a ver apenas com o cenário favorável da ausência do PT no poder e um simples fato: não estamos mais sendo enganados, sabemos exatamente quem são os bandidos que estão no poder. E eles pelo menos têm o mínimo de cuidado de não se lambuzarem.

Faça política!

Publicado: 15 de março de 2017 por Kzuza em Política
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Eleição

Sabe, nessa última semana andei pensando algumas coisas e resolvi me posicionar. Sim, normalmente eu penso pacas, mas nem sempre escrevo aqui. Mas dessa vez resolvi fazer campanha. E explico o porquê.


Tenho reparado, as usual, que as pessoas andam extremamente descontentes e desacreditadas no futuro do país. Passamos por uma crise econômica e política grave que já dura um bom tempo. Em tempos de crise, é ainda mais acentuado o descontentamento geral da população. Inflação e desemprego mexem com todo mundo, afetam todas as famílias, deixam todos indignados

Não é à toa que nos últimos tempos, principalmente com a alta influência das redes sociais, o brasileiro em geral passou a se interessar por política. Claro, ainda não é um interesse genuíno associado ao desejo de se obter conhecimento, mas já é alguma coisa. Esse interesse apenas se transformou, na maioria dos casos, em um desejo de se escolher um time para o qual torcer, a fim de basicamente apoiar um lado (PT/PSOL) ou outro (PSDB/PMDB). O problema é que política é muito mais do que isso.

Em outros casos, esse interesse em política é disfarçado, e também apresenta um grave problema. Sabe aquele seu amigo que diz que não se interessa por política, que quer apenas um país desenvolvido, sem desigualdades, sem violência, com educação e saúde de qualidade? Esse é um perigo. Quem não se interessa em COMO obter O QUE ele deseja está fadado a ser o mais facilmente enganado, e o que mais colabora com políticos desonestos.


Agora vamos falar sobre algo bastante sério. Temos eleições para presidente, governador e deputados federais no próximo ano. Se não começarmos a discutir política agora, continuaremos sofrendo como sociedade. Acho que você já deve ter percebido isso.

Sabe qual é o maior paradoxo que temos hoje no país? Praticamente todos nós não confiamos em políticos, isso é um fato. Mesmo assim, a maioria das pessoas espera que os políticos resolvam os problemas do país. Oras, como é que a gente espera que alguém em quem não confiamos resolva nossos problemas? É como acreditar que colocar um ladrão como porteiro do nosso prédio irá nos livrar de sermos assaltados.

Tudo o que um político quer quando pede o seu voto é que você confie que ele vai resolver os seus problemas. Por isso, ele quer muito que você acredite naquelas propagandinhas do TSE que dizem: pesquise seu candidato, veja suas propostas, veja o que ele já fez, veja se é honesto, blábláblá. É claro que esses fatores são fundamentais, não há dúvida. Mas alguma vez você já se perguntou o porquê de ninguém dizer COMO irá fazer as coisas?

Eu tenho uma sugestão fácil para você escolher seus próximos candidatos. Escolha aquele que diz COMO irá realizar as coisas que propõe, mas o principal: escolha aquele cujo esse COMO não inclui nenhum tipo de coerção (obrigar todas as pessoas a fazerem algo que elas não escolheriam livremente), que inclua a redução dos gastos do governo e que não requeira mais PODER ao candidato.

Você acha isso difícil ou muito absurdo? Eu garanto que não é.


Uma pergunta que sempre vai ficar é: oras, mas se o governo não fizer, quem é que vai fazer?

Sua pergunta pode ser respondida facilmente. Olhe ao seu redor, na sua casa, e veja os objetos que estão por aí. O que foi criado ou chegou até você porque o governo quis assim?

Para complementar, sempre que você se perguntar sobre algum tema se ele deveria ser administrado, controlado ou fornecido pelo governo, eu tenho uma sugestão. Compare o assunto em questão com ALIMENTAÇÃO ou com VESTIMENTA. Esses dois itens são vitais para a sobrevivência de qualquer ser humano por toda sua vida, desde o nascimento até a morte. Nenhum deles é administrado, controlado (ao menos não completamente) ou fornecido pelo governo e chegam, de uma forma ou outra, a 100% da população. Se você entender os mecanismos que fazem com que isso aconteça, você já está 10 passos à frente de 90% da população brasileira.


Outra pergunta é: mas há políticos que pensem assim? Ou melhor, há quem acredite nisso?

A resposta da segunda pergunta é simples: UMA PORRADA DE GENTE! A Internet e as redes sociais vieram para nos possibilitar ter contato com todo e qualquer tipo de pensamento diferente, com pessoas diferentes.

A resposta da primeira é um pouco mais complexa. Nesse caso, é necessário separar um político de carreira, profissional, como a maioria esmagadora dos que temos hoje por aí, de um indivíduo interessado em promover mudanças e que resolveu entrar para a política com esse objetivo.

Os primeiros são os Barbalhos, os Magalhães, os Sarneys, os Mellos, os Neves e toda a sorte dessa corja política que temos há tanto tempo no poder. É fácil identificá-los. São todos farinha do mesmo saco, todos requerendo cada vez mais poder, todos trocando favores, pensando em como angariar mais dinheiro para a próxima campanha ou como ganhar mais dinheiro com a próxima obra.

Os segundos ainda são poucos, mas já temos um grande exemplo recente no Brasil: João Dória Jr. Você pode não gostar dele, ter um pé atrás com as decisões que ele toma (como é o meu caso!), apontar uma série de defeitos nele, mas há uma coisa inegável: ele tem quebrado o paradigma da política no Brasil. Um prefeito que ousou dar respostas diretas, sem rodeios, nos debates durante as eleições; o único político eleito a confrontar Lula dizendo que iria levar cigarro para ele na cela em Curitiba; um prefeito que abriu mão do seu salário para doá-lo a instituições de caridade; um político que está fazendo a iniciativa privada trabalhar para a população, através de parcerias para execução de serviços. Se você me apontar outro que tenha feito tudo isso antes, pode votar nele.


Mas então por que as pessoas continuam preferindo os primeiros do que os segundos?

O principal fator é DINHEIRO! O dinheiro faz com que qualquer ideia seja disseminada com maior facilidade. E a propaganda ideológica esquerdista possui os maiores financiadores do país, entre eles a Rede Globo e o banco Itaú (basta ver a programação do Itaú Cultural, por exemplo).

Não obstante a total ausência de assuntos da direita na grande mídia, os grandes partidos políticos do país são todos de esquerda e compartilham grande parte da mesma agenda ideológica. Desta forma, a maior parte do fundo partidário (que nada mais é do que o dinheiro tomado de nós pelo governo sendo repartido e utilizado pelos políticos, os mesmos safados com quem não nos identificamos) é destinada justamente à disseminação dessas ideias: basicamente, de que os políticos são nossa grande esperança de salvação!


Notinha especial e camarada do Zuza: se você acha que a Globo e o PSDB são de ‘direita’, deixe seu comentário aqui no blog ou na página do Facebook, e eu farei um post bem legalzinho sobre isso.


Oras, mas se então o país todo parece estar jogando contra, o que podemos fazer?

Bem, vou contar algo aqui que pode te fazer me enxergar como um idiota (digo isso porque muita gente já me disse isso). Mas enfim, mais ou menos um ano atrás resolvi contribuir mensalmente com a página desse cara aqui ó: Alexandre Borges. Uma contribuição voluntária em prol de uma causa política que eu acredito. Essa semana tivemos, eu e os outros patrões (como são chamados os que contribuem com ele através do site Patreon), um encontro com ele aqui em São Paulo, para conversarmos sobre política, sobre os rumos que o país está levando, etc.

Por que eu acho isso importante?

Ao contrário desse blogzinho chinfrim aqui, o Alexandre Borges é um formador de opinião. É um publicitário influente que conhece uma paulada de gente tão ou mais inteligente que ele. A página dele hoje tem mais de 100 mil seguidores. Ele fala com propriedade, tem um conhecimento vasto em política e bastante consistente em economia e, o principal, fala e escreve em uma linguagem simples, objetiva e fácil de entender.

Pensei: quero ajudar a fazer com que a mensagem desse cara chegue a maior quantidade de pessoas possível. Então vou contribuir com o trabalho dele. Essa contribuição é utilizada para pagar por conteúdos que não são gratuitos, pagar pesquisas, entre outros. Ou seja, é utilizado para aumentar o conhecimento que é disseminado.

E o que isso pode servir para você?

Eu particularmente acredito que a sociedade civil organizada tem muito mais poder de mudar o país do que essa corja de políticos que estão hoje no poder (se você achar que não, aprecio deixar nos comentários aqui sua opinião). Acreditar que apenas enviar e-mails, postar textões no Facebook (ou em blogs chinfrins), telefonar ou ir às ruas em massa fará com que os bandidos de Brasília trabalhem ao seu favor é bastante utópico, ao meu ver. Se não for para meter uma arma na cabeça de cada um deles ou ameaçar suas famílias de morte, esse tipo de pressão boba não vai funcionar.

Portanto, é hora de nós como cidadãos nos organizarmos. Apoie, principalmente com dinheiro, senão com trabalho voluntário, as causas nas quais você acredita, mas não apoie políticos profissionais nem partidos políticos que querem apenas mais poder para continuar fodendo a sua vida.


Discuta suas ideias. Dissemine suas ideias. Faça política. Discuta política, e não partidos políticos, e nem políticos.


E por fim, chegou a hora de parar de demandar decisões sobre os assuntos mais importantes da nossa nação para o governo (vide o que está acontecendo agora, com a Previdência Social, onde a maioria dos que estão lá está apenas defendendo os próprios interesses e os interesses da classe mais abastada do país). Procure candidatos nas próximas eleições que estejam comprometidos a tirar o máximo de responsabilidade das mãos dos políticos, porque no final das contas, você sabe quem serão os únicos prejudicados.

Veja um videozinho que fiz como teste um tempo atrás só para tentar explicar um pouco o quanto essa crença é bizarra. E fiquem com Deus.

vitoria

Essas últimas semanas têm sido de grandes vitórias para a turma da direita! Conservadores, liberais e até mesmo ancaps têm muito o que comemorar.

Eu costumo sempre não classificar o posicionamento das pessoas em direita e esquerda. Eu prefiro classificá-las em racionais e sentimentais. Explico melhor. Com exceção a psicopatas e outros portadores de distúrbios mentais, todo ser humano possui os dois hemisférios cerebrais trabalhando de forma igual e simultânea: o direito responsável pelo raciocínio lógico, e o esquerdo responsável pelas emoções, imaginação e criatividade. Cada indivíduo desenvolve maiores habilidades em um dos lados do cérebro, sendo que alguns se tornam mais racionais, e outros mais emotivos.

Portanto, nada melhor do que um choque de realidade para fazer acordar quem sonha demais e que vive em um mundo de utopias, a procura do unicórnio sagrado que irá salvar o mundo.

A indicação do ministro Moreira Franco pelo presidente Michel Temer que, ao que tudo indica, foi feita com o intuito de conceder foro privilegiado ao homem investigado pela Lava-Jato fez muita gente acordar. A esquerda, que defendeu Dilma ao nomear Lula ministro da Casa Civil enquanto investigado pela mesma operação, agora se deu conta do absurdo que haviam cometido.

A foto de Leandro Karnal em um jantar com o juiz Sérgio Moro tornou-se polêmica, ao menos para a esquerda. A direita já havia cantado a bola do quanto Karnal não era nenhum gênio ou intelectual como todos pensavam, mas a esquerda sempre o colocou em um patamar alto. Agora, todos atacam Karnal.

A tal lista do procurador-geral da República Rodrigo Janot, contendo os nomes dos políticos que deverão ter inquérito aberto pelo STF, também fez muita gente da esquerda arrancar os cabelos. Isso porque a lista contém tanto o alto escalão do PSDB e do PMDB, inimigos mortais do PT (os primeiros, desde sempre, os segundos, somente após o impeachment), quanto do próprio PT e partidos aliados. Não dá agora para criticar a Lava-Jato como um todo, e criticá-la apenas parcialmente virou questão de hipocrisia declarada.

A reforma da previdência proposta pelo atual governo é outro fator que aproximou os dois lados. Está todo mundo de cabelo em pé, revoltado com a reforma que irá apenas prejudicar os mais pobres e necessitados. Militares, funcionários públicos e políticos não terão, em praticamente nada, suas gordas aposentadorias afetadas com a reforma. Agora, a própria esquerda está enxergando que deixar assuntos tão importantes na mão de políticos que trabalham apenas em interesse próprio é um suicídio declarado.

Enfim, mais uma vez, a realidade supera sempre qualquer ideologia. Experiências reais demonstram o quanto aquilo que acreditamos sem provas não faz sentido algum, por mais que você negue. E quando a realidade vem à tona, utópicos de plantão acordam de seus sonhos mais delirantes e se perguntam: por quê? Qual será o motivo da ascensão da direita?

Deu para entender agora?

Partilho da mesma opinião do Zuza no texto anterior, que foi mais focado em comentar sobre, 1) a comparação grafite x pichação, 2) o ato ser ou não artístico e 3) a legitimação do ato.

Mas meu objetivo é apenas alimentar a treta sobre outro aspecto:

Toda essa pseudo-polêmica atual é puramente política ideológica!

 E respondendo ao título:

Porque falamos de pichação agora, e desde quando isso se tornou relevante?

Porque quem controla os meios de comunicação quer. Porque redações de jornais agem em conluio aos movimentos progressistas, pautando o que deve ser discutido na maior cidade do Brasil apenas porque precisam fazer oposição política ao prefeito que nem fechou um mês de mandato.

É fato, a mídia cria a notícia e define a opinião em nome de todos nós.

E vale lembrar que João Dória foi eleito de forma democrática, pela maioria esmagadora da população, mas os derrotados não aceitam o resultado das urnas! (Hahahahaha, adorei usar esse argumento!!!)

Por trás disso tudo existe uma militância que usa os pichadores como massa de manobra para fazer oposição politica ao atual prefeito de SP, o inimigo número 1 da extrema esquerda progressista brasileira.

Por que penso assim?

Em 2016 a prefeitura de SP sob o comando do petista Fernando Haddad, mesmo tentando agradar todos os movimento da sua agenda de extrema-esquerda, cobriu diversos espaços grafitados no Minhocão. Ele alegou que não estava “autorizado” e que não era um espaço apropriado… Não houve um pio!

Antes disso o ex-prefeito Gilberto Kassab, com a lei cidade limpa, apagou diversos grafites, do tipo cartão postal, no centro da cidade, inclusive algumas dos famosos artistas “os gêmeos”… nenhum pio!

Agora intelectuais, urbanistas da USP, fefeleches e opinadores de programas matinais, enxergam nas ações do programa “cidade linda” a oportunidade de se apropriarem dos pichadores, criaram um novo factóide e ganharam os holofotes na imprensa, que por sua vez é conivente, sem nunca tocar numa lata de spray, roubando assim o protagonismo de quem picha.

Desde então o que se lê e vê nos noticiários diários gira em torno da suposta “importância do picho para a cidade”.

No mundo mágico da UOL/FalhadeSP, GoebbelsNews e demais portais, Sampa se tornou uma cidade maravilhosa sem problemas sérios, cujo interesse da população é reconhecer os pichadores como cidadãos exemplares, merecedores de medalhas e aplausos. 

Querem tornar o picho uma manifestação social de “expressão dos excluídos”, através de uma narrativa de que este ato precisa ser entendido, compreendido, e qualquer política de combate é uma ação preconceituosa, repressora, excludente, que marginaliza o grupo, e os pichadores representam grande parte da sociedade.

Desde quando o pichador está afim de protestar? Desde quando pichador quer algum tipo de reconhecimento social?

Pura besteira, nada muda o fato de que pichação é degradação e feio!

A pichação é transgressora desde suas origens no movimento punk, é contracultura, e ser contra o sistema de estado faz parte do ato.

Transgredir é o objetivo da pichação e a transgressão é, por si, desrespeitar as normas, ultrapassar os limites, violação da lei!

Na boa, vocês acham que pichador quer, por exemplo, que um PM ou um cidadão o ajude a subir um muro, invadir um prédio e aplaudir seu ato de pichar?

Acha que pichador quer receber medalha em assembléias legislativas ou que o ato de pichar seja considerado algo correto, belo e moral?

Acha que pichador quer incentivo estatal, ou que tenham suas latas de spray subsidiadas? (É, esse eu acho que sim, :/)

É isso que estão querendo? 

Duvido, isso é coisa de carola, coxinha, coisa de crianças querendo atenção.

Não vejo pichadores assim, mas vejo esse desejo nos intelectuais burgueses que buscam o protagonismo desse grupo sem nunca sujar o dedo numa lata de spray, nem tiveram a cara pintada ao ser pego por um PM, nem sentiram a adrenalina em escalar prédios de fazer inveja a qualquer praticante de parkour.

Que nada… essa trupe se contenta em analisar sociologicamente o picho das suas sacadas gourmet revestida com uma textura cinza pastel, ou então tomando uma cerveja artesanal em um bar na Vila Madalena, cujo parede está coberta por adereços que embelezam o lugar é o torna aconchegante do inverno e descolado no verão.

Olha que bonito o filhinho playboy do embaixador transgredindo!

Pichador quer reconhecimento entre pichadores, querem desafiar as autoridades do estado, quer incomodar, querem adrenalina, quer ser xingado por aquele tiozinho que pinta a fachada da casa recém pichada, quer transgredir!

Criar uma suposta divisão social é o objetivo político da extrema esquerda progressista, mesmo que a unanimidade trata a pichação como um ato criminoso em SP e em qualquer outro estado brasileiro ou em qualquer outra cidade do mundo, um dano ao patrimônio público, um ato de vandalismo, que degrada a paisagem e gera prejuízo a terceiros. “Curtir” pichação nunca foi um sentimento compartilhado nem por 1% das pessoas, e nem mesmo é compartilhado por pichadores!

Não caia nessa galera, não sejam manipulados! Pensem!

A patota militante usa da velha estratégia de tentar mudar o sentido das coisas apenas criando rótulos e mudando o nome do que quer subverter.

Não adianta chamar um garfo de colher para que ela se torne uma colher, continua sendo um garfo, continua péssima ferramenta para degustar uma deliciosa sopa!

Portanto camarada… Pichação é pichação! Um dano a propriedade pública ou privada.

Dizer que é “manifestação” não muda nada. Dizer que é “cultural” não muda nada. Dizer que é “uma forma de expressão” não muda nada.

Acho hilário quem tenta mudar o sentido das coisas por birra ideológica, por puro embate político…

Baloeiros, fica dica… Busquem pelos mestres das massas políticas, quem sabe a mídia e esses movimentos não consigam elege-los como os novo baluartes da aviação!!

Amigão pichador, quer pichar? Picha!

Mas aceite as consequências!

O pichador que não gosta de pichar a própria casa, Mito! https://www.youtube.com/shared?ci=e3S8RBtizPc

Fui!

Mathias.