Nos 45 do segundo tempo

Publicado: 20 de dezembro de 2017 por Kzuza em Geral
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É, aposto que você estava pensando que este ano eu não iria fazer minha retrospectiva, né? Pois é, quase você acertou!

Ultimamente não tem me sobrado tempo para muita coisa. A rotina do trabalho tem sido árdua, mas não há luta que eu não consiga vencer. E nesse ponto, esse ano foi fundamental para que eu me convencesse ainda mais disso.

Descobri nos meados desse ano o budismo de Nichiren Daishonin, como muitos sabem, e pela primeira vez encontrei uma religião que ia exatamente ao encontro de tudo o que eu sempre acreditei. Isso tem me deixado cada dia mais forte e mais feliz. Não no sentido do “tontão” que dá risada de tudo, alienado do mundo e sem preocupações, mas sim no sentido de estar sempre pronto para qualquer parada e vencendo qualquer obstáculo.

Tudo bem que 2017 não foi nem de longe o que 2016 foi em termos de perdas e frustrações. Pelo contrário.

Comecei o ano trabalhando por conta própria, fiz vários trabalhos legais, mas como a gente não vive apenas de coisas legais e dinheiro é sempre necessário, voltei ao mercado de trabalho. Eu me ofereci para trabalhar com grandes amigos meus de muitos anos, eles toparam, e lá estou eu até hoje. Não esperava muita coisa, para ser sincero, mas tudo correu muito melhor do que eu esperava. Reencontrei várias (e bota várias nisso) pessoas que eu não via há muito tempo. Trabalhei pela primeira vez para com meu primo Carlos, um dos caras mais competentes e inteligentes que já conheci. Descobri em mim habilidades que eu nunca imaginei ter. Enfim, desenvolvi-me profissionalmente de uma forma absurda. O reconhecimento veio naturalmente.

Entrei e saí de relacionamentos. Conheci gente bacana, compartilhei ótimos momentos, briguei mais do que eu desejava. Frustrei e me frustrei algumas vezes.

Perdi duas vovós postiças esse ano (já que minhas vovós mesmo já eram!), mas com a certeza que agora Dona Vanir e Dona Maria estão fazendo a alegria de muitas outras pessoas, seja lá onde elas estão.

Não ganhei um sobrinho (de novo!), mas ainda tenho esperanças. Mas sinto que me aproximei muito mais da minha família do que vinha fazendo. Mesmo sem tempo, mesmo morando longe, mas sinto que meus encontros com tanta gente que eu gosto aumentaram em quantidade e em intensidade nesse ano, o que é muito bom.

Consegui manter minhas grandes amizades, fazer várias outras novas (principalmente a turma do buda!), mas principalmente, consegui fazer as pazes aos 45 minutos do segundo tempo com gente que realmente importava. Ajudei amigos a encontrarem emprego num ano tão difícil para isso. Passei a me importar mais com as angústias e sofrimentos dos outros (o que para um ser egoísta como eu é um baita avanço!).

E sim, voltei a tocar violão! Mas continuo cantando pior que o Pablo Vittar… 😦

Mas enfim, o ano acabou e eu quase nem vi passar. E o que eu espero desse Natal e do Ano que está por vir? Eu espero que vocês, meus amigos, sejam felizes! Eu quero que vocês sejam cada vez mais pacientes. Espero que passem a vestir mais as sandálias dos que estão ao seu redor, vivam as experiências deles, se importem com eles e sejam o apoio de quem vocês puderem ser. Sejam solidários, sem esperar nada em troca, porque o retorno sempre vem. E que façam sempre o bem e mantenham-se positivos em tudo! Espero que todos façam sua própria revolução humana, que se reinventem, que sejam melhores e modifiquem o futuro de vocês e dos seus próximos. Todos temos um potencial incrível e só depende de nós fazer a diferença.

Façam de 2018 o melhor ano de suas vidas, de nossas vidas!

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