A incoerência esquerdista

Publicado: 15 de junho de 2015 por Kzuza em Divergência de opiniões
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leandra

Sou seguidor da atriz Leandra Leal no Instagram. Por 2 motivos: ela é uma baita de uma atriz, além de ser linda (para o meu gosto, tendo em vista que beleza é algo completamente subjetivo). E aí na semana passada me deparei com o post acima. Vou esperar que você consiga encontrar as incoerências na mensagem antes de continuar…

[TIC…] [TAC…] [TIC…] [TAC…] [TIC…] [TAC…] [TIC…] [TAC…]

Não vou dizer que me surpreendi com a postagem da atriz. Eu já havia percebido sua posição esquerdista há muito tempo. Não sei se isso é mera inocência, se é sintoma da Esquerda Caviar de Rodrigo Constantino, ou se é mesmo mau-caratismo, comprado através de verbas da Lei Rouanet.

Sempre que vejo alguém reclamando de injustiças ou crimes cometidos contra alguém, a primeira coisa que avalio é: estamos falando do ato em si ou estamos tratando das vítimas? Qualquer discurso que foca primeiramente nas vítimas já é, no meu conceito, incoerente.

Não me parece, nesse caso, que a atriz esteja preocupada com a onda de violência que assola o país. Não me parece que ela se preocupe com os assassinatos em si, mas sim com o número de jovens negros mortos.

Eu poderia, como comecei a ensaiar em alguns comentários no próprio Instagram, destacar aqui que, como a nossa população é de maioria negra, não deveria espantar que a maioria das vítimas de assassinatos fossem negras também. Também poderia questionar aqui o perfil dos assassinos dessas vítimas. Seriam eles também em sua maioria negros? Eu aposto que sim. E também poderia questionar: quais são os motivos dos homicídios? Ou melhor: teriam sido esses negros vítimas de crimes raciais?

Não importa. A racionalidade não faz parte do discurso da esquerda. Não importa por quem os negros foram mortos. Não importa o porquê os negros foram mortos. O que importa, nesse discurso, é que negros foram mortos, e que vidas de negros possuem mais valor do que a de qualquer outra pessoa.

Em um país de 60 mil homicídios por ano, os 23% (13.800 vidas) de não-negros pouco importam para a atriz. Também não importa se essas vidas foram ceifadas, em sua maioria, por assassinos negros. O importante é relativizar.

Encontrei 2 textos muito bons (bem melhores do que eu escrevi acima) que retratam muito melhor o meu pensamento a respeito do assunto. E nem precisei recorrer a autores odiados e demonizados pela esquerda, como Olavo de Carvalho, Rodrigo Constantino, Diego Mainard ou Reinaldo Azevedo.


O mais incrível foi, ao longo de todos os comentários do post da atriz, perceber que eu fui o único que tive esse tipo de leitura do post. Todos acharam o máximo, enquanto eu fui o único que contestei. Isso é sinal da lavagem cerebral à qual nossa população é submetida a anos.

Sem resposta da atriz, prefiro me ater a um dos últimos comentários (da seguidora @iasminritir) que reflete bem o tipo de pensamento esquerdista:

A coisa mais perigosa no Brasil é ser preto e pobre.

Eu poderia ler isso de duas formas:

  1. Pretos e pobres são perigosos pelo simples fato de serem pretos e pobres. Se eu fosse preto e pobre, consideraria isso de um extremo mau-gosto e preconceituoso demais.
  2. Ser preto e pobre é mais perigoso do que propriamente assassinos e criminosos.

A incoerência manda um abraço a todos!

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