Eurotrip – 9º dia – Budapeste/Hungria

Publicado: 15 de agosto de 2014 por Kzuza em Viagem
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Mais uma mudança de país. Na verdade, Budapeste fica bem pertinho de Viena, a 2 horas de trem só. Pegamos o trem na estação Meidling em Viena para cá. Fiz uma cagada sem saber, pois comprei a passagem até a estação de Kelenfôldi aqui, que fica bem longe de onde estamos, e precisamos vir de táxi. Nada caro, mas depois vi que estamos a menos de 5 minutos à pé da estação central Keleti. Enfim, Inês é morta…

O povo húngaro já surpreendeu desde o trem. Pedi uma informação para o funcionário do trem que veio conferir as passagens e o cara foi super atencioso. Mostrou qual a estação em que nós desceríamos, quanto tempo faltava até lá, coisa e tal. O taxista que nos trouxe até o hotel também foi bem simpático, veio conversando com a gente o caminho todo. O funcionário do hotel também foi muito solícito. Foi ele que nos solicitou o táxi que já estava nos esperando quando chegamos, e também nos deu as dicas básicas aqui da cidade. E nos indicou um restaurante de comida típica húngara para almoçarmos, onde o senhor responsável pelo restaurante é um cara muito bacana! Comemos um goulash (que é tipo uma carne de panela deles) e um frango com páprica (bem próximo a um strogonoff de frango), tudo seguindo as orientações dele. Valeu muito à pena.

Agora, se nós achávamos que alemão e tcheco eram línguas complicadas, o húngaro faz por merecer a citação de Chico Buarque, que diz ser a única língua que o diabo respeita. Nunca vi nada parecido. Não se assemelha a nada que eu já tenha ouvido. As placas aqui são ignoradas por mim facilmente.

Como estava chovendo muito desde que chegamos, o máximo que fizemos foi ir almoçar e depois trocar dinheiro na moeda local, o florim húngaro. R$1 compra 100 florins, para se ter uma ideia. A moeda é bem desvalorizada, então tudo tem muitos zeros à direita (mais até do que na República Tcheca), e eles também não usam os centavos.

Quando parou de chover, demos um rolê pela cidade. Fomos até um parque onde ficam alguns museus de Budapeste. Esse lugar fica a 30 minutos à pé do hotel, e como eu e a Ju estávamos no pique, fomos assim até lá. Dentro do parque, que é lindo, há um bar meio aberto assim, tipo uma tenda, onde estava rolando um show de uma banda cover do Pink Floyd. Caras bons pra cacete, uma baita som, alto e de qualidade!
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E foi depois daí que rolou a…

Presepada do dia: no mapa da cidade, havia a indicação de um restaurante TGI Fridays aqui em Budapeste. Não sei o que deu na Juliana de querer jantar lá. Já havíamos feito 1 hora de caminhada e ela viu pelo mapa que dava pra ir à pé até o local indicado. Andamos mais meia hora até lá, sem parar. O restaurante fica dentro de um shopping center. Chegamos lá varados de fome, por volta das 21h. Minhas pernas já não respondiam mais. O pior de tudo foi ter andado por lugares totalmente ermos da cidade, com pouca iluminação e pouco movimento, numa área nada turística…hehehehehe….

Surpresa do dia: finalmente, após todo o mau humor e grosseria de alemães, tchecos e austríacos, encontramos um povo simpático, feliz e sorridente. Não sei dados de pesquisa, mas posso apostar que a vida sexual do povo húngaro é muito mais saudável do que os demais. Isso deve explicar, pois a cidade toda é bem velha, pobre, mas mesmo assim a galera é de bem com a vida.

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