Atchim!

Publicado: 22 de março de 2010 por Mathias em Trabalho
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Olha só…

Rapaiz du céu! Acabei de ver seu post. Que coincidência, fiquei o fim de semana inteiro pensando em algo que aconteceu na sexta-feira (19/03) no trampo.

Na sexta-feira, na minha rotina árdua de labuta que já dura 11 anos, meu “superior” me chamou para tomar um café após o almoço.

Bom, até aí beleza, uma xinxa de vez em quando não faz mal pra ninguém.

O problema foi o desenrolar do papo, papinho torto, retórico, do estilo Geraldo Vandré em “Para não dizer que não falei da Flores”.

Pelamor! Fala logo!! Na lata, sem meias palavras! Sem contar historinhas de vida, nem usar eufemismo, e não me venha indicar livros, nem citação de frases. Infelizmente só me lembro de uma, a das 4 verdades:

“A sua verdade, a minha verdade, a verdade dos outros e a verdade verdadeira”.

Eu não deixei em vão e também fiz uma citação, justamente do texto “crise do quarto de vida”, do post de 18/03.

A essência do papo foi:

“Quero que você dedique-se mais,  espero mais de você, a empresa espera mais de você, se você almeja um crescimento aqui dentro vai ter que se desdobrar”.

Acho que prefiro o sádico direto, claro que não vou gostar de ouvir algumas coisas, mas se for verdade eu ouço e reconheço meus erros.

Não posso esquecer e agradecer também a oportunidade que estou recebendo da empresa, ou melhor, de algumas pessoas. Muitos confiam no meu trabalho e estão me dando a chance de mudar meu perfil profissional. Estou nessa empreitada desde novembro, arriscando, mas ainda não sabendo muito bem se é isso que eu quero. Mas algumas coisas não consigo engolir.

O Post do Zuza resgata meus princípios, que é justamente o descrito por ele. Eu gosto de brincar com meu mulek a tarde, ver ele andar de bicicleta, bater no filho do vizinho, apanhar do outro, jogar bola, video-game, levar bronca. Eu realmente não sou muito fá de extensão do horário de trabalho, muito menos de graça, pois não sou filantrópico e nem a empresa é… Eu preciso dela($) e ela precisa dos meus serviços. É um jogo duplo, como descrito pelo Zuza um jogo de interesses, quando ficar desinteressante para mim eu caio fora, quando ficar desinteressante para empresa ela me derruba. E viva o Capitalismo! Viva a Democracia!

Agora, o que regurgitar amanhã para o orador que tanto me fez pensar? Amanhã eu conto.

FUI!

Citação:

“A felicidade é como a pluma
Que o vento vai levando pelo ar
Voa tão leve
Mas tem a vida breve
Precisa que haja vento sem parar”

Ouvindo:

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comentários
  1. […] um post sobre trabalho (Leia aqui) e me sinto um merda! […]

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  2. minha frase de bolso: “Prazer eu tenho na cama, trabalho por dinheiro”

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  3. pilas disse:

    Que isso gente, vamos trabalhar “a criança”…

    Segue aí um som pra esse tema tão polêmico:
    Capitão de Indústria – Paralamas do Sucesso

    Vocês escrevem muito bem, continuem..

    abraços

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