exercicio proibido

Controle de músculos já!

 

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“matou tia com golpe de jiu-jítsu”

É estarrecedor que ainda, em pleno século 21, não há sequer um único controle sobre o desenvolvimento corporal da “população”

Hoje qualquer um pode transformar seu corpo em uma “arma letal” colocando em risco toda a “sociedade”.

Já passou da hora dos nossos “governantes” – esses seres benevolentes e oniscientes – tomarem alguma atitude!

É necessário mais regulamentações, garantindo que apenas o cidadão em plena capacidade psiquiátrica(1), equilíbrio emocional(2), sem histórico de violência(3) e desenvolvimento psicológico(4) possa desenvolver massa corpórea e técnicas de luta que lhe permita usar seu próprio corpo contra os mais fracos!

Também é imprescindível que os instrutores sejam regulamentados(1), profissionalizados(2) e controlados(3)!

Devem cumprir obrigações burocráticas(1) para exercer esta profissão, reciclagem periódica(2), renovação de licenças(3), criar entidades de classe(4) como conselhos(5) e tudo mais que esteja ao alcance do “estado” – essa abstração fantástica que sempre toma providência para resolver problemas que ela mesmo cria.

Por fim, devemos proibir o exercício autônomo das pessoas, a falta de controle só faz crescer casos como o ocorrido no noticiário.

Qual o objetivo de alguém que queira desenvolver seus músculos e adquirir técnicas de luta senão coagir e intimidar outras pessoas?

Vamos esperar até quando? Quantas vítimas serão necessárias?

Só assim poderemos conviver em sociedade sem ameaças, onde impera a força bruta contra uma minoria excluída e que foge dos padrões de força muscular elevada, imposto pela sociedade de culto e objetificação (Urgh!) do corpo!

E mais! … Onde fica o direito das minorias que tem dificuldade de obter crescimento muscular adequado? E os que não tem acesso aos aparelhos para desenvolver seus músculos?

É evidente a influência da indústria dos músculos nos bastidores do congresso fazendo lobby com a bancada da maromba a fim de obter apenas lucros, ignorando o bem-estar da sociedade!

Somente aqueles que apoiam casos como o ocorrido e que não ligam para as minorias defendem que as coisas continuem assim.

Sim, precisamos problematizar!

Fui!

Mathias

PS: Se até aqui você não compreendeu o texto sugiro procurar os termos “Ironia” e “Sarcasmo” no dicionário

A propaganda do PT. ou: Quem é você?

Publicado: 6 de agosto de 2015 por Mathias em Política
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Escala maior, progressão de volume áudio e aquela harmonia de final de filme, chavões, frases curtas… e tudo que manda nos bastidores da publicidade e o monopólio das virtudes como manda o manual do populista.

Vamos aos trechos:

“A vida nos oferece 2 caminhos, o da esperança e o do pessimismo”

Logo no começo do vídeo da propaganda o marqueteiro do PT joga um frame que divide o espectador em dois tipos.
Os “esperançosos“, que confiam no governo.
– Os “pessimistas“, são todos os que confrontam a realidade (93% da população).

Quem é você?
O esperançoso: que espera as coisas ficarem boas sem fazer nada, ou; O pessimista: que confronta a realidade e busca mudanças.

“Hoje há uma pessoa que pode evitar uma grave crise política: Você”

O PT transfere a própria incompetência e a incapacidade de fazer política do próprio governo, para o povo (Que diz defender!). Quem dialoga é o governo e seus representantes, eleitos pelo povo! Se não é possível compor maioria, se o governo é insustentável é óbvio que haja uma ruptura, pois este governo não representa mais os resultados do sufrágio.

“Não se deixe enganar pelos que só pensam em si mesmo”

Para o PT quem não concorda com os meios do PT, quem não é Petista é automaticamente uma pessoa egoísta, gananciosa… que só pensa em si.
Para o PT a única forma de fazer as coisas é do jeito do PT.
Discutem apenas intenções, mesmo se geram resultados negativos. Distorcem a realidade para manter a ideologia.
Ousar pensar em mudanças é motivo para rotular a todos de pessoas MÁS, que odeia o pobre no aeroporto, quer manter a pobreza longe dos shopping, é racista e por ai vai!

“A crise em toda parte”

Traduzindo: “Pare de nos culpar! Não somos culpados de nada”
Não assumem nenhuma culpa, não são culpados de nada, justificam erros como se todos fossem corruptos e incompetentes, portanto não são diferente dos demais brasileiros. Você se inclui ai?
Quem não concorda tenta desestabilizar o governo, e são mau-perdedores que não aceitam o resultado das urnas.

“Um governo para defender os Brasileiros…”

Aí começa o show dos “números celestiais positivos detalhados” (Lembre-se disso!) que só faz sentido para quem quer, tudo nas cifras de bilhões e trilhões, semelhantes ao montante da carga tributária, dos desvios da corrupção, dos gastos do governo e da ineficiência que escorre nos dutos do esgoto estatal.

Para o PT, confrontar a realidade busca conflito e não mudança, busca crise política e não mudança política.
Para o PT, a crise é passageira, e vem acompanhada de uma crise mundial.

“Não é melhor a gente não acertar em cheio, tentando fazer o bem, do que errar feio, fazendo o mal”

Não entendeu… isso é neurolinguística de alto nível de desonestidade moral e intelectual!
Essa frase com certeza vai ser analisada por pessoas mais capacitadas, mas até um leigo percebe a safadeza da frase.

Vou traduzir do meu jeito: “Nossa intenção é fazer o bem, pois para nós é o certo, mesmo que os resultados sejam péssimos para o você e para o Brasil.

E quem pensa diferente é mal-intencionado, pois achamos errado, E não temos interesse nos resultados, mesmo que sejam positivos para você e para o Brasil”

Ao invés de dizer ERRAMOS dizem NÃO ACERTAMOS.

“Hoje alguns números do Brasil não são dos melhores”

Traduzindo: “Hoje os números são péssimos, por isso fizemos esta propaganda de 10 minutos!”

Lembra dos número positivos detalhados?? É… todos os números negativos são resumidos com a frase acima acompanhada de um “MAS…” uma linda conjunção coordenativa adversativa para indicar a clara oposição de ideias.
Esse “MAS…” é prova de que o PT não assume as cagadas do governo, esse “MAS…” é para esconder a gravidade da situação.

“A crise de hoje é menor do que de governos anteriores”

Quais camarada? Lula 1? Lula 2? Dilma 1?
Ou quem sabe da velha e boa ditadura dos anos 70, de FHC, de Dom Pedro II??

O PT era até pouco tempo atrás um crítico da política econômica do governo do próprio partido, que faz ajustes apenas elevando impostos e taxas, e cortando programas assistencialistas para não escancarar o estelionato eleitoral.
Agora defende o ajuste para sanar uma crise econômica criada pelo próprio governo, e que gerou ressonância política.
Um espetáculo de duplipensamento Petista, de dissonância cognitiva!

Ignoram e omitem nos 10 minutos de vídeo que a causa da crise política não é somente a crise econômica, mas são casos sem fim de corrupção que assolam todos os membros de alto escalão do partido dos trabalhadores e seus aliados.

“Estamos sempre ao lado dos mais fracos…”

Cansa… mas novamente o monopólio da virtude e o populismo descarado dividindo as pessoas entre fracos e fortes, pobres e ricos, oprimidos e opressores e sempre estão do lado dos pobres, dos fracos, dos oprimidos. O bom e velho marxismo que vemos atualmente nos movimentos que se dizem representante de minorias oprimidas.

Mas pense e reflita,

Quem é “anti-povo”?
Quem é “contra o fraco”?
Quem “defende o opressor”?

Para a ultra-esquerda do PT é todos os que vão contra sua ideologia!

∴ Hoje (30/07/2015) as 09:50 na pista central da marginal Tietê, altura da Pte Freguesia do Ó tinha um corpo embrulhado em papel alumínio e você não verá nenhuma notícia na mídia, e mais à frente um caminhão com tijolos tombou


A administração incomPeTente do prefeito de SPFaixando Radardd, o Professor Pardal das iniciativas públicas ditas progressistas, colocou em prática a redução de velocidade nas marginais Tietê e Pinheiros.

  • Pistas expressas passam de 90Km/h para 70Km/h carros e 60km/h caminhão.
  • Pistas centrais passam de 70Km/h para 60Km/h.
  • Pistas locais passam de 60Km/h para 50km/h.

Como todo político da nova-esquerda-ultra-progressista-populista “Lerdando Haddad”, tem boa intenção, diz que o objetivo é reduzir a quantidade de mortes e acidentes, diz também que é para melhorar o tráfego de automóveis nas vias (Hãã?!).

_ Ain… mais 73 vidas são importantes também!?

_ Você não se importa com essas 73 vidas!?

Aíííí de alguém criticar a iniciativa! Imediatamente essa pessoa não liga para a vida e só pensa no próprio bem-estar, um adorador de carros. É o monopólio da virtude, onde não se discute os meios, apenas os fins!

Mas quais os esses números?

Em 2014 ocorreram 1180 acidentes, 1399 pessoas feridas e 73 mortes.

E abaixo um exemplo de mortes causada pela criminalidade.

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Alguns outros números da Capital.

 

Não é a primeira vez que a velocidade nas marginais é reduzida, mesmo após as obras de ampliação de novas pistas da marginal Tietê, ampliação com o óbvio objetivo de aumentar a velocidade dos veículos e a capacidade de tráfego.

Mas se a nova regra é para reduzir o número de acidentes então suponho que os “estudos” da prefeitura PTista de “Estudando Malddad” apurou que as ocorrências foram justamente dentro dos limites atuais. Ou seja, os acidentes são causados, ou tem no mínimo correlação com carros que estavam trafegando dentro dos limites hoje reduzidos!?

Com isso eu pergunto:
  • Quantos ocorreram devido a pedestres que circulam nas vias?
  • Quantos ocorreram devido a motoristas embriagados?
  • Quantos ocorreram por má iluminação ou sinalização das vias?
  • E finalmente quanto ocorreram dentro dos limites atuais?

Se acidentes já ocorrem fora das regras atuais de limite de velocidade o que a simples mudança dessa regra trará de benefício?

Além disso, quando um via tem sua velocidade incompatível com a fluidez os únicos prejudicados são justamente os que andam dentro dos limites de velocidade e as marginais tem pistas com fluidez muito maiores do que as estabelecidas. A esquerda burra alega salvar vidas para implantar projetos estúpidos só para arrecadar com multas, mesmo que para isso viole a CTB e que prejudique motoristas que andavam dentro das regras.

NUNCA FIQUE ENTRE UM ESQUERDISTA E SEUS IMPOSTOS.

Problemas que não geram arrecadação por multas são ignorados: os pedestres, as bicicletas, os veículos em más condições, má sinalização da pista, má iluminação, mas a prefeitura limita-se a agir apenas no ponto onde máquinas automatizadas trabalham 24 por dia na arrecadação!

São Paulo lidera o número absoluto de mortes por afogamento, em 2014 foram registrados 132 mortes.

http://www.ebc.com.br/infantil/para-pais/2014/03/a-cada-ano-mais-de-1100-criancas-sao-vitimas-de-afogamento

Acidentes com crianças afogadas em piscinas, pessoas atingidas por raios e muitas outras situações que culminam na perda da vida, embora sejam chocantes, é necessário relativizá-los para saber até que ponto uma ação política restritiva das liberdades individuais seria realmente necessária, urgente e efetiva!

Vale à pena propor medidas restritivas para tentar reduzir ainda mais as ocorrências desses acidentes, tendo em vista os eventuais efeitos colaterais indesejáveis dessas medidas?  

Será que o tratamento não seria pior que a doença?

FUI!

Mathias

Ainda sobre as ciclofaixas…

Publicado: 16 de junho de 2015 por Kzuza em Economia, Política
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Há muita divergência de opiniões a respeito das ciclofaixas implantadas na cidade de São Paulo na atual administração do prefeito Fernando Haddad.

Eu sou um cara apaixonado por bicicleta. Infelizmente não moro em São Paulo, então as ciclofaixas não me permitem ir de casa até o trabalho com a minha bike, senão certamente eu o faria. Embora muitos dos projetos para implantação dessas faixas tenham falhas, eu acho que no geral elas prestam um bom serviço. Os mais radicais vão ficar me criticando e postando vários casos aqui de ciclofaixa na calçada, ou que termina em lugar algum, ou que tem uma árvore no meio, ou que tem buracos, etc, etc, etc. O fato é que isso, sinceramente, existe em qualquer cidade grande onde esse meio de transporte é bastante utilizado. Tem até gente fazendo piada com isso.

De fato, para os amantes das duas rodas, o prefeito fez um bom trabalho no geral.

Por outro lado, muita gente (a maioria esmagadora, diga-se de passagem) critica a prefeitura. Entre os argumentos estão: os altos custos das ciclofaixas (o que faz muita gente suspeitar de eventuais superfaturamentos, o que não é surpresa em caso de administrações públicas brasileiras), a falta de planejamento, a retirada de espaço das ruas onde antes passavam carros, entre outros. Segundo o prefeito, esse tipo de crítica parte principalmente dos coxinhas. Não sei qual o conceito que ele tem de coxinha, mas eu acredito que eu possivelmente faça parte desse grupo.

Já ouvi muita gente criticando essa gente que não gosta das ciclovias porque elas seriam “adoradoras de automóveis”. A típica elite paulistana, que só anda de carro e quer que o resto se dane. Que odeia também as faixas exclusivas de ônibus (essa sim, para mim, uma baita iniciativa válida da prefeitura!). Isso porque paulistano não quer abrir mão de sair com seu carro na rua com conforto (como se isso fosse possível antes das ciclofaixas). Enfim…

O fato é que eu me peguei a pensar outro dia e descobri o porquê de tanta divergência de opinião. O porra do prefeito conseguiu transformar um negócio legal pra caralho que é andar de bike em algo a ser odiado, como se os ciclistas fossem vistos como parceiros da administração petista na prefeitura da maior cidade do país. Mas como ele conseguiu essa façanha?

Bem, se há um negócio que a administração pública desconsidera por completo é a lei da oferta e da demanda. Encontrei um texto legal do Hans F. Sennholz, onde ele diz:

A demanda de mercado é gerada e conduzida por consumidores, isto é, por pessoas que voluntariamente decidem o que comprar e o que não comprar com o dinheiro que ganharam com seu próprio esforço.  As prioridades dos consumidores determinam o que deve ser produzido no mercado, como deve ser produzido e para quando deve ser produzido.  Os financiamentos serão ofertados de acordo com estas preferências.

Já a demanda criada pelos gastos do governo é conduzida por políticos e burocratas.  O que quer que eles determinem ser “bom” para a população será produzido de acordo com decretos governamentais, e não de acordo com a real preferência dos consumidores.  As prioridades e conveniências eleitorais de políticos e burocratas é que irão determinar quem será beneficiado pelos gastos do governo e o que tais empresas deverão produzir.

A demanda de mercado é satisfeita por empreendedores que incorrem em riscos.  Ou eles obtêm êxito em produzir e vender justamente aquilo que os consumidores querem (e, consequentemente, são recompensados por isso), ou eles fracassam e se mostram incapazes de ofertar aquilo que os consumidores queriam (e, consequentemente, pagam o preço por este seu julgamento mal sucedido, incorrendo em prejuízos).  Esta constante necessidade de estar sempre tendo de agradar aos consumidores implica necessariamente prudência e poupança para os contínuos investimentos futuros.

Já a demanda do governo é financiada pelo dinheiro extraído via impostos.  Os cidadãos pagadores de impostos são obrigados a sustentar os desejos e projetos de uma elite de políticos e burocratas coligada aos grandes setores empresariais, que são poderosos lobistas.  Tal demanda, totalmente artificial, gera desperdícios de capital e investimentos insustentáveis, muito embora seja bastante eficiente para encher os bolsos daqueles mais bem conectados politicamente.  Nenhum sacrifício é exigido da parte deste grupo beneficiado — todo o capital é confiscado da sociedade e redistribuído entre eles.

É exatamente isso que aconteceu em São Paulo. A prefeitura ignorou completamente que não havia uma demanda suficiente para todos os muitos quilômetros de ciclofaixas que foram implantados na cidade. Gastou muito dinheiro para isso e hoje o serviço disponível não é consumido. Basta dar uma volta por aí e verificar a quantidade de ciclistas nas ruas utilizando essas faixas. É uma quantidade realmente irrisória.

Fazendo um comparativo, é como se investíssemos uma quantidade enorme de dinheiro para implantar uma fábrica de aquecedores à gás em Cuiabá e esperássemos que, de uma hora para a outra, as pessoas resolvessem comprar nossos aquecedores simplesmente porque eles estavam disponíveis no mercado.

A implantação de ciclofaixas não cria, de maneira alguma, uma demanda para o serviço. A prefeitura achou que, pintando faixas vermelhas no chão, as pessoas passariam a comprar bicicletas e deixar de usar seus automóveis ou transportes coletivos.

Oras, Zuza, mas em vários outros países existem ciclovias convivendo com carros e transportes coletivos. É claro, meu amigo. A pergunta que eu faço é: as ciclofaixas foram criadas devido à necessidade de vários ciclistas que demandaram as suas implantações, ou foi o contrário? Fica fácil descobrir, não é mesmo?

O texto citado anteriormente ainda diz:

[…] a demanda do governo é limitada unicamente pela perspectiva de falência da entidade estatal.  Ocasionalmente, ela pode também ser limitada pela ação de eleitores mais sensatos.  O primeiro cenário é factível apenas na zona do euro.  O segundo, por enquanto, em lugar nenhum.

Sei lá, mas talvez no caso da cidade de São Paulo, não seja nem tão necessário termos eleitores muito sensatos para perceber que a prefeitura agiu precipitadamente nesse caso específico. É complicado criar demandas artificialmente, como é a intenção da gestão Fernando Haddad.

A incoerência esquerdista

Publicado: 15 de junho de 2015 por Kzuza em Divergência de opiniões
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Sou seguidor da atriz Leandra Leal no Instagram. Por 2 motivos: ela é uma baita de uma atriz, além de ser linda (para o meu gosto, tendo em vista que beleza é algo completamente subjetivo). E aí na semana passada me deparei com o post acima. Vou esperar que você consiga encontrar as incoerências na mensagem antes de continuar…

[TIC…] [TAC…] [TIC…] [TAC…] [TIC…] [TAC…] [TIC…] [TAC…]

Não vou dizer que me surpreendi com a postagem da atriz. Eu já havia percebido sua posição esquerdista há muito tempo. Não sei se isso é mera inocência, se é sintoma da Esquerda Caviar de Rodrigo Constantino, ou se é mesmo mau-caratismo, comprado através de verbas da Lei Rouanet.

Sempre que vejo alguém reclamando de injustiças ou crimes cometidos contra alguém, a primeira coisa que avalio é: estamos falando do ato em si ou estamos tratando das vítimas? Qualquer discurso que foca primeiramente nas vítimas já é, no meu conceito, incoerente.

Não me parece, nesse caso, que a atriz esteja preocupada com a onda de violência que assola o país. Não me parece que ela se preocupe com os assassinatos em si, mas sim com o número de jovens negros mortos.

Eu poderia, como comecei a ensaiar em alguns comentários no próprio Instagram, destacar aqui que, como a nossa população é de maioria negra, não deveria espantar que a maioria das vítimas de assassinatos fossem negras também. Também poderia questionar aqui o perfil dos assassinos dessas vítimas. Seriam eles também em sua maioria negros? Eu aposto que sim. E também poderia questionar: quais são os motivos dos homicídios? Ou melhor: teriam sido esses negros vítimas de crimes raciais?

Não importa. A racionalidade não faz parte do discurso da esquerda. Não importa por quem os negros foram mortos. Não importa o porquê os negros foram mortos. O que importa, nesse discurso, é que negros foram mortos, e que vidas de negros possuem mais valor do que a de qualquer outra pessoa.

Em um país de 60 mil homicídios por ano, os 23% (13.800 vidas) de não-negros pouco importam para a atriz. Também não importa se essas vidas foram ceifadas, em sua maioria, por assassinos negros. O importante é relativizar.

Encontrei 2 textos muito bons (bem melhores do que eu escrevi acima) que retratam muito melhor o meu pensamento a respeito do assunto. E nem precisei recorrer a autores odiados e demonizados pela esquerda, como Olavo de Carvalho, Rodrigo Constantino, Diego Mainard ou Reinaldo Azevedo.


O mais incrível foi, ao longo de todos os comentários do post da atriz, perceber que eu fui o único que tive esse tipo de leitura do post. Todos acharam o máximo, enquanto eu fui o único que contestei. Isso é sinal da lavagem cerebral à qual nossa população é submetida a anos.

Sem resposta da atriz, prefiro me ater a um dos últimos comentários (da seguidora @iasminritir) que reflete bem o tipo de pensamento esquerdista:

A coisa mais perigosa no Brasil é ser preto e pobre.

Eu poderia ler isso de duas formas:

  1. Pretos e pobres são perigosos pelo simples fato de serem pretos e pobres. Se eu fosse preto e pobre, consideraria isso de um extremo mau-gosto e preconceituoso demais.
  2. Ser preto e pobre é mais perigoso do que propriamente assassinos e criminosos.

A incoerência manda um abraço a todos!

O alvo errado

Publicado: 15 de junho de 2015 por Kzuza em Comportamento, liberalismo
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Parada-Gay-patrocínio

Eu estava me preparando para escrever hoje sobre a Parada Gay de São Paulo no último domingo e toda essa polêmica sobre a utilização de símbolos cristãos como meio de protesto e tals. Mas aí acabei lendo um texto no blog do Instituto Liberal, de autoria de Lucas Berlanza, que disse quase tudo o que eu iria dizer aqui (e com uma qualidade muito superior ao que eu seria capaz de produzir). Então resolvi somente comentar alguns trechinhos aqui.

Foram visíveis, sobre carros de som e desfilando em meio à festança animada, imagens desqualificando motivos cristãos. Um transexual ensanguentado e crucificado, como que a representar os gays sendo massacrados pelos “homofóbicos cristãos”, foi a mais emblemática, a se somar a um histórico já longevo de provocações estúpidas e achincalhes com a crença religiosa da maior parte da população.

[…]

Os afobados em distorcer já virão logo dizendo: “seria você mais um obscurantista defendendo a censura?” De jeito algum! Manifestem-se! Gritem as bobagens ofensivas que quiserem, demonstrando a todos o quanto são baixos! Os “não-me-toques” infantis do politicamente correto estão, em sua esmagadora maioria, com o “outro lado”. Isso, diga-se de passagem, a despeito de o artigo 208 do Código Penal determinar que esse tipo de escárnio público é crime, concorde-se ou não com a legislação.

Entretanto, façam isso com recursos privados! Uma vez mais, os “pseudo-defensores” dos oprimidos e da “vontade popular” se utilizam dos recursos públicos, dos pagadores de impostos, para impor agendas e ofendê-los.

Bem, o primeiro ponto foi certeiro. Se uma causa fosse realmente nobre, digna de apoio popular, não seria bom senso imaginar que essa causa conseguiria apoio e financiamento particular para o evento? Por que motivo o governo então se interessaria em financiar algo assim? Quais são os reais interesses por trás disso?

“Não é um insulto”, alegam os iluminados. “Trata-se de uma metáfora para o sofrimento dos homossexuais, crucificados e mortos todos os dias. É arte”. A bandeira é nobre; infelizmente há muita perseguição aos homossexuais, especialmente em países dominados por teocracias islâmicas ou regimes autoritários simpáticos ao nosso atual governo. O governo, diga-se de passagem, do partido do prefeito paulista, Fernando Haddad, que se orgulhou de ter patrocinado o “evento educativo” deste domingo.

O que eu fico mais indignado é que esse tipo de manifestação erra o alvo ao usar como ferramenta da metáfora justamente um símbolo do cristianismo. Faria muito mais sentido usar algum símbolo do islã, esse sim que prega a execução de homossexuais inclusive no seu próprio livro sagrado.


Demorei tanto para terminar o post que apareceu um outro texto, ainda melhor, de Catarina Rochamonte sobre o mesmo tema. As melhores passagens são:

O homossexualismo não diz respeito à esfera pública, não precisa levantar bandeiras e nem seria necessário militância partidária alguma ou mesmo agremiações em favor dessa causa caso fosse tratado como aquilo que efetivamente é: uma opção de exercício da sexualidade baseada em certas disposições orgânicas.

Fato.

O problemático aqui é também a relação equivocada que tem se estabelecido entre o público e o privado. Que tenho eu a ver com a sexualidade alheia? Por que o Estado, com o dinheiro dos meus impostos, precisa fomentar o show daqueles que resolveram colocar a sua sexualidade na vitrine? Se a homossexualidade for, para determinada pessoa, a opção saudável, a opção correta, se representa para ele o ato de liberdade individual cuja execução não violará o direito dos outros, então eu nada tenho contra ele e o respeito como respeito todos os demais; no entanto, se um indivíduo cuja opção  sexual é marginalizada opta por favorecer a si próprio denegrindo o restante do mundo, então o meu respeito não será o mesmo, pois o que respeito é a soberania moral de cada um no exercício da sua liberdade, no âmbito doméstico e privado que lhe é próprio.

Liberdade, pacto de não-agressão… é exatamente esse o cerne da questão, e não o homossexualismo em si.

Sobre gays, marketing e O Boticário

Publicado: 9 de junho de 2015 por Kzuza em Comportamento
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Toda essa polêmica toda sobre o comercial dO Boticário para o dia dos namorados. Ô mundinho besta, sô!

Convenhamos, há uma intolerância seletiva por parte de boa parcela da população nacional. Não dá para jogar a carga da imbecilidade em algum grupo específico, seja ele evangélicos, cristãos, reaças ou conservadores. Generalizar é sempre um erro (sim, contém ironia!).

Vamos ponderar. Indignar-se com o comercial por mostrar assim, abertamente, casais homossexuais comemorando o dia dos namorados porque isso é contra seus valores morais é, digamos, aceitável. Cada um sente-se ofendido com coisas diferentes (já escrevi sobre isso aqui). Ninguém diz que você não pode ser ofendido. Da mesma forma, acredito ser perfeitamente aceitável quem quer que seja ir atrás de meios legais para demonstrar o seu descontentamento. Propor o boicote à marca? Totalmente dentro dos limites democráticos. Oras bolas, ninguém precisa aceitar algo de que não gosta. Qual é o problema?

Bem, o problema é, como eu disse antes, a indignação seletiva.

Veja, por exemplo, o comercial da cerveja Brahma que homenageia a mesa de bar. A propaganda diz, clara e abertamente, que o bar é um lugar mágico, onde a criatividade aflora, onde amizades são feitas, onde as coisas são mais gostosas. É um convite muito claro, tendo em vista que o comercial é de cerveja, a você ir consumir álcool em um bar. Uma mensagem simples que diz: beba e seja feliz!

Oras, mas esse comercial não é abusivo? Muito mais vidas e famílias são destruídas por conta do álcool do que propriamente pelo homossexualismo, ou estou errado?

Enfim, a única lição que fica é: o marketeiro responsável pela campanha dO Boticário é um gênio. Colocou a marca em evidência com apenas um comercial de 30 segundos. Não se fala em outra coisa.

E outra coisa: ingênuos os que pensam que gays só existem por conta desse tipo de campanha. Na verdade, esse tipo de campanha só existe porque existem os gays. #fikdik