A Minhoca Fluorescente
Um monte de baboseira escrita por um monte de baboseiro

jul
11

A mais ou menos duas semanas que os noticiários aqui no Brasil dão ênfase ao conflito Israel x Palestina e agora as pessoas começam a formar suas opiniões. A maioria tenta traduzir todo o conflito, que se arrasta há séculos, com frases de efeito e quadrinhos ilustrados para defender um dos lados ou evitam algum julgamento objetivo colocando-os no mesmo nível moral.

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Cobertura da mídia é imparcial?

Vejo o relativismo moral como um problema a ser combatido, pois ao nivelar ambos os lados o mais justo será prejudicado e o duplo padrão de julgamento torna impossível enxergar a realidade dos fatos.

Primeiramente acho que não há inocente no conflito, mas tenho claro minha convicção de que Israel sofre com calúnias e injustiças e o povo judeu será um eterno bode expiatório dos males do mundo, é o traço do antissemitismo histórico do Islã no Oriente Médio e que se espalhou com a ajuda da fraude do texto “Protocolos dos sábios de Sião” surgido na Rússia em 1897 culminando após alguns anos no holocausto da 2ª Guerra Mundial.

“As explosões de antissemitismo parecem não requerer explicação especial, como consequências naturais de um problema eterno. É perfeitamente natural que os antissemitas profissionais adotassem essa doutrina: é o melhor álibi para todos os horrores. Se é verdade que a humanidade tem insistido em assassinar judeus durante mais de 2 mil anos, então a matança de judeus é uma ocupação normal e até mesmo humana, e o ódio aos judeus fica justificado, sem necessitar de argumentos” Origens do totalitarismo, Hannah Arendt

Historicamente acho importante saber que o nome “Palestina” surgiu somente na era Pós-Cristo, antes a região se chamava Judéia e os judeus saíram de lá por imposição dos Romanos. E mesmo após a expulsão dos judeus a região nunca foi considerada uma nação organizada, tratava-se de vários grupos espalhados, inclusive com diversas línguas distintas.
Portanto é falso o argumento colonizador de Israel ante os Palestinos na região que nunca deixou de ter, em números reduzidos, judeus principalmente onde hoje é Tel Aviv. Existia convívio pacífico até a chegada de Maomé (ano 600) e a ordem de “Jamais existir outra religião na Arábia”.

A partir daí vejo o início dos problemas que perduram até hoje. Mas me atenho pelo período mais atual, a partir de 1890

Os árabes muçulmanos apoiaram o Império Otomano (Antiga Turquia) na Primeira Guerra – ficando com grandes territórios mesmo perdendo o combate – e apoiaram Hitler na Segunda Guerra, recebendo apoio financeiro e logístico da SS aos antissemitas.

Em 1929 aconteceu o massacre de Hebron, 60 judeus mortos e os demais expulsos.
Em 1937 houve a rejeição árabe da divisão da região entre judeus e a palestina, eles queriam a retirada de todos e o controle árabe total.
Em 1944 houve a tentativa de envenenamento dos poços de Tel Aviv.

Só após a Segunda Guerra houve a necessidade de criar o Estado judaico por questão de segurança já que não se sustentava o convívio muçulmano e judaico. A questão do surgimento do Estado de Israel por imposição política e diplomática não é única, mas há um claro monopólio do julgamento desta questão.

A partir daí que considero o começo do uso do terrorismo comumente a todo o território de liderança muçulmana e a tática de persuadir a opinião pública em qualquer reação de Israel.

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Sempre há crianças e sangue de um lado. Do outro apenas uma “bombinha”

Só quando conheci de forma mais densa de todo o cenário que pude compreender a diferença moral entre os dois lados do conflito defendo inexoravelmente os direitos de Israel.

Em 1967 a Guerra vencida por Israel deixou o menor número de civis entre todas as outras guerras.

Em 1973 Egito e Síria lançaram ataques em Israel no Yom Kippur, o dia sagrado do ano judeu..

O objetivo da OLP, do Hamas e de muitos outros grupos é eliminar o Estado de Israel. Seu líder, já morto, Yasser Arafat, nunca negou o fato. Enquanto a mulher e filha de Arafat viviam na França, filhos de palestinos, entre crianças, eram mandados como bombas humanas para o assassinato de crianças, mulheres e idosos judeus. O exército de Israel defende seu povo, principalmente mulheres e crianças.

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Será que ambos estão espontaneamente em seus postos?

Arafat é homenageado pela ONU como grande líder, nada foi dito quando Egito e Cisjordânia ocuparam a Palestina.

Árabes vivem e trabalham em Israel. Já na palestina é inimaginável qualquer permanência no território.

O muro erguido por Israel, construído para evitar ataques terroristas, são criticadas.

Israel é um país democrático, tem escolas laica, religiosa, ortodoxa, municipais e árabes;

A mulher é respeitada em Israel, enquanto na palestina vivem sob o medo.

 

O duplo padrão do julgamento é claramente antissemita.

Nunca houve uma crítica dura dos direitos humanos por serem os próprios árabes e muçulmanos os maiores assassinos dos palestinos.

Nunca vi nada a respeito da situação do Tibete, sempre passivo aos ataques da China, somente no filme Hotel Ruanda a guerra civil e o genocídio de grupos internos são retratadas, o Boko Haram sequestra, estupra e mata mulheres cristãs na Nigéria. Pol Pot comete genocídio no Camboja.

É um mesmo peso para duas medidas!

Procure os fatos nas origens, leia, pesquise, questione, procure os argumentos do outro lado. Eu procurei e não encontrei nada que mereça nem mesmo um ponto de atenção, tudo que há de defesa dos atos terroristas são baseados em questões históricas de mais de 2000 mil anos e todos baseados em questões religiosas fundamentalistas e fanáticas.

“Não há solução para o problema palestino a não ser pela jihad”. Essa é a opinião dos líderes palestinos para a questão de Israel.

Como poderia defender alguma equivalência do confronto?

FUI!
Mathias

jun
01

Alô… alô! Planeta Terra chamando… Para tudo que eu quero descer!!!

Como pode ser verdade alguma coisa sobre as políticas de drogas da prefeitura?

Por um lado aumentam a perseguição aos fumantes de cigarro, que é uma droga legalizada, enquanto incentivam o uso do crack, que é uma droga proibida!

http://www.leiantifumo.sp.gov.br/

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http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2014/05/1454065-prefeitura-faz-cercadinho-para-usuarios-de-crack-no-centro-de-sp.shtml

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http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2014/01/1402853-pagamento-de-viciados-em-programa-da-prefeitura-gera-inflacao-da-pedra.shtml

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http://veja.abril.com.br/noticia/brasil/as-muitas-cracolandias-de-sao-paulo

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Fui!

Mathias

mai
20

Sobre o post de 3 de maio de 2014. 

…aqueles que não tiveram acesso a uma educação de qualidade, e nem mesmo a condições sociais dignas que lhes proporcionassem acesso à informação ou oportunidades de crescimento. Eu sei que esse conceito é extremamente difícil para alguns entenderem, mas isso existe no nosso país.

Educação de qualidade e condições sociais dignas não garante indivíduo esclarecido, assim como sua falta não predestina a ignorância.

Concordo contigo, esse conceito é extremamente difícil porque é FALHO, é falacioso (non sequitur).
Seu entendimento da tal “nova classe média” me parece a antiga “massa ignorante”, que só deixou de ser ignorante porque entrou na classe média! [sic].
Como mágica o aumento da renda vira critério para definir nível intelectual como nova forma de medir QI.
É muita pretensão fugir desse percentual dos “85%” simplesmente porque agora faz parte da estatística de outra “classe”.

… O problema é que muitos os consideram como parte responsável pela condição de vida em que vivem. E isso já é uma das coisas que me preocupam.

“Insanidade é continuar fazendo sempre a mesma coisa e esperar resultados diferentes”.

Não dá mais para ficar só na reclamação a esmo sem o mínimo de esforço para discutir ideias.
Condição de vida… Massa ignorante… Sem acesso a educação… Não seria melhor falar sobre POBREZA?
A questão é que naturalmente somos pobres, condição que atravessa gerações.
Simplificando, indivíduos em particular ou nações inteiras em geral são pobres por uma ou mais das seguintes razões:
– não podem ou não sabem produzir muitos bens ou serviços que sejam muito apreciados por outros;
– podem e sabem produzir bens ou serviços apreciados por outros, mas são impedidos de fazer isso; ou
– voluntariamente optam por ser pobres.

Agora, porque existe riqueza, nações ricas e como conseguiram escapar do destino de escassez?
O que pesquisei é que em sua totalidade são livres e capitalistas.
Quase todos os dias, aqui no Centro de Sampa na hora do rango, vemos protestos reivindicando mais privilégios estatais, nenhum protesto por emprego. Todos os movimentos populares correm contra a defesa da sua própria liberdade e exige mais tutela, a mão mágica benevolente do estado, mesmo já inchado e ineficiente.

Só com trabalho produtivo podemos prosperar, e é a garantia desse trabalho que devemos cobrar do estado.

Este tal “MEDO” está mais para um sentimento de culpa, um ressentimento ou preguiça mental, soltar alguns bordões e classificar pessoas como vítimas da sociedade para sentir-se como alguém de opinião forte, mas isso só estimula ainda mais coitadismo e vitimização.

Acredito que só o pensamento Liberal, com a defesa das liberdades individuais, o cumprimento das leis e a livre iniciativa e associação pode reduzir esse “medo” e dar condição as pessoas de “buscar” a tal da FELICIDADE que queira em sua própria vida.

Vale lembrar: o que te faz feliz pode não ter qualquer valor para outra pessoa.

… O anonimato que a internet nos permite hoje em dia.
originou uma proliferação dos pensamentos mais absurdos que poderíamos imaginar. Não que o homem de hoje seja
diferente do que sempre foi, absolutamente; a diferença básica é que hoje ele pode externalizar seus desejos e
opiniões mais profundos de uma forma aberta, apoiando-se em princípios tão “valorizados” como a livre expressão e a
democracia. Com base nisso, esse mesmo homem moderno abomina opiniões contrárias ou tradicionais, julgando-as
preconceituosas, antiquadas ou, como gostam de dizer hoje em dia, fascistas (mesmo sem entender o que o termo quer
dizer).

Não vejo nada de “moderno” nesse tal “homem” ai, continuamos brigando pelas mesmas coisas, mas hoje a exposição é maior porque foi registrado em imagem e/ou áudio, e se espalha rapidamente para vislumbre da curiosidade alheia.
A liberdade da internet é fantástica, e as tentativas de controle são sempre com proibitivas, mas a internet é só um meio novo. Mentiras e embustes não é novidade da internet, assim como a estupidez humana ela só é explícita!

Provas essa estupidez:

* Pesquise os vídeos com maiores views do youtube, aposto que todos os documentários interessantes (milhares deles!) estão no fim da lista, diferente do topo com clipe gangnam style, bebê que ri de papel rasgado, cachorro/gato fazendo alguma graça e cenas de violência.

* Quer outro teste prático? Quantas mensagens úteis ou interessantes você recebeu no Whatsapp desde a instalação?

* Compartilhe um texto com mais de 3 parágrafos sem imagens com um título que não seja de alguma teoria da conspiração ou novo alimento que cura o câncer ou sobre auxílio reclusão ou qualquer tipo de assunto polêmico que não tenha fundamento… Um HOAX, e veja se repercute.

* Conte nos dedos pessoas que não buscam “somente” entretenimento da internet.

O panis et circense não é novidade, Aldous Huxley e George Orwell já retrataram esses mecanismos de controle de massa a 6 décadas atrás. Porque então imaginar que a internet deve ser um recinto de opiniões/discussões sérias e que os responsáveis devem zelar por valores nobres?

Evgeny Morozov, colunista da folha, trata do assunto com menos paixão e mais razão, fala sempre de cyber-utopia como ideia de que a internet favorece os oprimidos e não os opressores.

Já a acusação de fascista faz parte da tática, do oponente moralmente desonesto ou estúpido, de encerrar um debate.
Sobre isso tem vários artigos excelentes!

http://veja.abril.com.br/blog/rodrigo-constantino/sem-categoria/o-uso-indiscriminado-do-termo-fascista/

http://oglobo.globo.com/opiniao/quando-chamar-alguem-de-fascista-11926708

http://oglobo.globo.com/opiniao/imperialistas-arianos-racistas-11905014

…O abismo social criado entre as duas camadas da sociedade descritas no primeiro parágrafo, resultando principalmente
do controle da inflação e do crescimento econômico moderado, além obviamente dos programas sociais dos últimos
governos…

“It’s the economy, stupid!”
Tô fora, contribuo com links:

http://www.institutoliberal.org.br/blog

http://mises.org.br/

… acabou por favorecer também o crescimento de um sentimento nazista nessa nova classe média. E isso é o que
mais me preocupa.
Fico assustado com as opiniões de pessoas do meu ciclo social a respeito da situação do nosso país e das soluções de
problemas que muitos deles enxergam. Vou mais longe. Na minha visão, essas pessoas que deveriam ser, por razões
óbvias, as mais sensatas e as mais preparadas, acabam por mostrar as piores projeções de futuro que eu gostaria de
ver.

Está assustado com opiniões… Quais opiniões?
Mais uma vez, ser classe média não garante sabedoria, nem escola boa, salário bom, graduação, MBA… #sqn!

Assustado porque divergem da sua, mas o mundo é maior do que seu reflexo!

Talvez esteja na hora de procurar um novo “CÍRCULO SOCIAL”. Não há melhor lugar para achar pessoas a fim de debater idéias do que a própria internet, infinidade de grupos do mesmo interesse. Gente que sempre procura falar em idéias, aberta a críticas e com diferentes olhares do mundo, o principal benefício da internet é justamente acabar com a barreira geográfica!

Estou englobando nessa minha observação geral pessoas de até 40 anos que hoje possuem empregos estáveis e uma boa remuneração que lhes permite ter uma vida extremamente boa, regada a luxos que alguns de seus pais não puderem lhes dar, como carros importados, casa própria e viagens ao exterior. São “jovens” que, como gostam de dizer também, conseguiram chegar lá, através do acesso a educação de qualidade, condições sociais favoráveis e, claro, aos seus próprios esforços. Eu me incluo nesse grupo. Não vou nem mencionar os jovens filhos adolescentes dessas pessoas (isso daria um outro texto ainda mais extenso) que, como seus pais, compartilham das mesmas opiniões. A questão é que essas pessoas criaram um sentimento de que estão acima de tudo e de todos. Desenvolveram dentro de si um sentimento que Hitler levou anos a colocar dentro dos corações alemães durante o terceiro Reich. Porra, Zuza, agora você pegou pesado!

Reduzir todo o contexto a uma comparação a Hitler é um velho truque, mais uma falácia meu amigo! (Reductio ad Hitlerum)

Você anda vendo muitos vídeos da Marilena Chauí metendo o pau na classe média! Precisa de um choque de realidade e parar com essa mania da luta de classes!
O sentimento é de indignação com as políticas que desestimula o trabalho honesto, mas não de ódio!
A classe média não é culpada do abismo social, é essa a ignorância das políticas assistencialistas, de redistribuição de renda e das regulações inúteis dos que geram emprego.
As justificativas são sempre a ganância dos empregadores e do capitalismo o que desestimula o mercado e só faz aumenta o abismo e a indignação dos que produzem, e perpetua o pobre na pobreza.

Pior que essa visão vem justamente de quem usufrui do capitalismo com viagens internacionais, carros importados, casa própria e emprego! A verdadeira Esquerda Festiva, citando Consta… a Esquerda Caviar!

O motor, que gera riqueza e empregos, produz bens e serviços, que mantém as engrenagens em harmonia. Essa é a realidade que você tanto abomina e que vive sendo golpeada pelo estado. E sua visão de si mesmo é comparar-se com a escória da humanidade… Foi pesado mesmo!!!

Não adianta redistribuir o que não se produz, então se deve criar riqueza, educação, dar liberdade ao mercado, estimular a produtividade e a competitividade, e automaticamente a distribuição será feita.

Quando as instituições estão falidas não há alternativa senão substitui-la, se não há justiça nem polícia não há punição nem crime!
Antes da acusação, esclareço que não compartilho com a ideia, mas compreendo, como a jornalista Rachel Sherazade, quem aceita a alternativa.

Pronto, pode me acusar de fascista!

Há uma bipolarização das opiniões agora extremamente preocupante pois, quando não se há um moderador nessas
discussões, as soluções adotadas são as piores possíveis. Não há consenso quando se trata de duas opiniões
totalmente divergentes e radicais.
Atualmente, o governo tornou-se inimigo número 1 da classe média. E quem apoia o governo também. E é aí que mora o
problema.
O beneficiário do Bolsa Família é a escória da humanidade. A empregada doméstica com direitos adquiridos é a
usurpadora. Os haitianos que chegaram em São Paulo são os miseráveis que merecem ser deportados. E aí a coisa vai se
desenrolando e começa a atingir níveis diferentes que já nem fazem mais sentido, mas que seguem o mesmo padrão de
raciocínio. Como o jovem adolescente que não usa roupas de marcas importadas e deve sofrer bullying. Como os
funkeiros que devem morrer por ouvir uma música (?) de tão baixa qualidade. Como o eleitor que vota no PT e deve ser
xingado. Como o Luan Santana que não merece cantar para o Papa ou na Fórmula 1 porque é um cantor “sertanejo”. Como
o nordestino que deve voltar para a terra natal e abandonar São Paulo porque ele não nasceu aqui e é feio. E assim
vai.

Está ficando um verdadeiro abuso de falácias esse texto! (Argumentum ad hominem, Espantalho)
Você colocou tudo no mesmo saco, deturpando o argumento!
Criou um espantalho de quem critica certas políticas assistencialistas e populistas e leis que geram desemprego e inclui mais pessoas na informalidade colocando em pé de igualdade de pessoas preconceituosas, racistas e elitistas.

Eu sinceramente acho que as pessoas com esse tipo de opinião não fazem ideia do que é o nosso país. Não fazem ideia
de como nossa sociedade é composta. E também nunca ouviram falar em sociologia ou antropologia. Vivem em um mundo coberto por uma redoma de vidro e nunca procuraram estudar o porquê de sermos assim. São os “Caco Antibes” da vida real.
Defender a meritocracia, a redução da maioridade penal, a liberação do porte de arma de fogo, o aborto ou a pena de
morte em um país como o nosso é assinar um atestado de burrice imenso. Acreditar que somos um país preparado para o futuro é de uma ingenuidade tremenda. Achar que tirar o PT do poder do país, depois de 12 anos, é o início da
solução dos nossos problemas é como tomar aspirina para tentar curar um câncer.
A doença está dentro de nossas próprias casas.

Caramba isso sim é desilusão!
Cadê o espírito de fim de ano dos seus posts, aquela mensagem de renovação como a de 21/12/2013?
Olha só:
“Enfim, nossa vida não pára nunca e passamos cada dia mais a buscar novidades para não viver na monotonia. E é isso que eu desejo para todos vocês, meus amigos de sempre. Desejo que todos estejamos sempre nos reinventando, buscando o novo, experimentando, fracassando (por que não?) e aprendendo novas lições. Reclamem menos e façam mais, mudem mais. O mundo precisa disso.”

Sobre o desabafo vou ignorar por enquanto, me causou uma gastrite… mas o mesmo será retomado futuramente aqui mesmo!

 

FUI!

Mathias

mai
10

Tenho reparado uma coisa interessante.

Os pais de hoje em dia estão cada vez mais preocupados com o futuro dos seus filhos. Não sei se os meus pais ou os seus, que tem hoje entre 30 e 40 anos, se preocupavam tanto assim com a gente, mas o fato é que sobrevivemos.

Tenho ouvido coisas do tipo: Ah, mas hoje as coisas são muito diferentes. Hoje é tudo muito mais difícil, o mundo é cruel e muito mais violento. Pois é… fico pensando o que diriam meus pais quando eu fui gerado, em plena ditadura militar. Se hoje é difícil, imagine naquela época, em plena Carapicuíba, com um Fusca na garagem. Ou o que meus avós pensaram durante a segunda guerra mundial.

Mas o que notei hoje é que estamos preocupados com o futuro dos nossos filhos olhando para…. O PRESENTE! Quanta ingenuidade, não? Como se pudéssemos prever o futuro. Imagine se meus pais tentassem me preparar para um futuro em uma ditadura militar.

Eu continuo achando que as pessoas se desenvolvem e crescem mais, como seres humanos e profissionais, em meio à crise, na dificuldade. Quando tudo é muito fácil, de lambuja, há a acomodação. E hoje o meu presente (que era o futuro há 30 anos) comprova isso. E continuo com medo dessa geração nascida após o ano 2000. Ainda não vimos os resultados da educação moderna, isso será sentido daqui há 10 ou 20 anos, mas o panorama que se apresenta é apocalíptico.

Depois não digam que não avisei.

Ps.: A propósito, se querem preparar seus filhos para o futuro, minha dica é: matriculem-nos numa escola de mandarim.

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mai
03

Eu ainda não consegui definir se tenho mais medo da grande massa ignorante do nosso país ou da nossa nova classe média. E vou explicar.

Entenda como ignorantes aqueles que não tiveram acesso a uma educação de qualidade, e nem mesmo a condições sociais dignas que lhes proporcionassem acesso à informação ou oportunidades de crescimento. Eu sei que esse conceito é extremamente difícil para alguns entenderem, mas isso existe no nosso país. Aliás, eles são mais de 85% da nossa população, acredite você ou não. O problema é que muitos os consideram como parte responsável pela condição de vida em que vivem. E isso já é uma das coisas que me preocupam.

Nessa nova era da informação, onde nós somos bombardeados diariamente com informações vindas das mais diversas fontes (e em boa parte, nada confiáveis, diga-se de passagem), é difícil encontrar quem consiga discernir as coisas e gerar algum conhecimento a partir de tudo o que recebemos. O anonimato que a internet nos permite hoje em dia originou uma proliferação dos pensamentos mais absurdos que poderíamos imaginar. Não que o homem de hoje seja diferente do que sempre foi, absolutamente; a diferença básica é que hoje ele pode externalizar seus desejos e opiniões mais profundos de uma forma aberta, apoiando-se em princípios tão “valorizados” como a livre expressão e a democracia. Com base nisso, esse mesmo homem moderno abomina opiniões contrárias ou tradicionais, julgando-as preconceituosas, antiquadas ou, como gostam de dizer hoje em dia, fascistas (mesmo sem entender o que o termo quer dizer).

O abismo social criado entre as duas camadas da sociedade descritas no primeiro parágrafo, resultando principalmente do controle da inflação e do crescimento econômico moderado, além obviamente dos programas sociais dos últimos governos, acabou por favorecer também o crescimento de um sentimento nazista nessa nova classe média. E isso é o que mais me preocupa.

Fico assustado com as opiniões de pessoas do meu ciclo social a respeito da situação do nosso país e das soluções de problemas que muitos deles enxergam. Vou mais longe. Na minha visão, essas pessoas que deveriam ser, por razões óbvias, as mais sensatas e as mais preparadas, acabam por mostrar as piores projeções de futuro que eu gostaria de ver.

Estou englobando nessa minha observação geral pessoas de até 40 anos que hoje possuem empregos estáveis e uma boa remuneração que lhes permite ter uma vida extremamente boa, regada a luxos que alguns de seus pais não puderem lhes dar, como carros importados, casa própria e viagens ao exterior. São “jovens” que, como gostam de dizer também, conseguiram chegar lá, através do acesso a educação de qualidade, condições sociais favoráveis e, claro, aos seus próprios esforços. Eu me incluo nesse grupo. Não vou nem mencionar os jovens filhos adolescentes dessas pessoas (isso daria um outro texto ainda mais extenso) que, como seus pais, compartilham das mesmas opiniões.

A questão é que essas pessoas criaram um sentimento de que estão acima de tudo e de todos. Desenvolveram dentro de si um sentimento que Hitler levou anos a colocar dentro dos corações alemães durante o terceiro Reich. Porra, Zuza, agora você pegou pesado!

Há uma bipolarização das opiniões agora extremamente preocupante pois, quando não se há um moderador nessas discussões, as soluções adotadas são as piores possíveis. Não há consenso quando se trata de duas opiniões totalmente divergentes e radicais.

Atualmente, o governo tornou-se inimigo número 1 da classe média. E quem apoia o governo também. E é aí que mora o problema.

O beneficiário do Bolsa Família é a escória da humanidade. A empregada doméstica com direitos adquiridos é a usurpadora. Os haitianos que chegaram em São Paulo são os miseráveis que merecem ser deportados. E aí a coisa vai se desenrolando e começa a atingir níveis diferentes que já nem fazem mais sentido, mas que seguem o mesmo padrão de raciocínio. Como o jovem adolescente que não usa roupas de marcas importadas e deve sofrer bullying. Como os funkeiros que devem morrer por ouvir uma música (?) de tão baixa qualidade. Como o eleitor que vota no PT e deve ser xingado. Como o Luan Santana que não merece cantar para o Papa ou na Fórmula 1 porque é um cantor “sertanejo”. Como o nordestino que deve voltar para a terra natal e abandonar São Paulo porque ele não nasceu aqui e é feio. E assim vai.

Eu sinceramente acho que as pessoas com esse tipo de opinião não fazem ideia do que é o nosso país. Não fazem ideia de como nossa sociedade é composta. E também nunca ouviram falar em sociologia ou antropologia. Vivem em um mundo coberto por uma redoma de vidro e nunca procuraram estudar o porquê de sermos assim. São os “Caco Antibes” da vida real.

Defender a meritocracia, a redução da maioridade penal, a liberação do porte de arma de fogo, o aborto ou a pena de morte em um país como o nosso é assinar um atestado de burrice imenso. Acreditar que somos um país preparado para o futuro é de uma ingenuidade tremenda. Achar que tirar o PT do poder do país, depois de 12 anos, é o início da solução dos nossos problemas é como tomar aspirina para tentar curar um câncer.

A doença está dentro de nossas próprias casas.

Pais que usam seus filhos como objetos de ostentação. Filhos hoje são para mostrar para os outros. “Olhe como ele é bonito! Olhe que belas roupas ele usa! Olha como é inteligente! blábláblá”. Os pais de hoje se sacrificam pelos seus filhos diferentemente do que seus pais se sacrificaram por eles. Antigamente os pais lutavam para educar seus filhos e lhes dar bons exemplos; para colocar comida na mesa; para comprar uma roupa e um tênis que durassem até o fim do ano; para educá-los religiosamente. Hoje essa nova classe média se sacrifica para colocar seus filhos nas melhores escolas, bilíngues, em período integral. Para que usem as melhores roupas, importadas e de marca. Para que estejam somente no ciclo social em que vivem. Para que se sintam incluídos em algum grupo. Para que se preparem para um mercado de trabalho extremamente competitivo no futuro. Para que não tenham que trabalhar até terminar uma faculdade e estarem, então, prontos para conquistar o planeta. Religião? Fé? Deus? Para que? Nós é que traçamos o nosso futuro. Nós somos capazes de traçar o nosso destino. E na escola vão te explicar direitinho como tudo surgiu e o porquê de todas as coisas.
Sim, o último parágrafo também foi um desabafo!

Esse tipo de pensamento é o que mais me preocupa. A criação de um apartheid moderno, na crença de um “eu sou melhor que você” ou (talvez pior) em “somos todos igualmente preparados”, ao invés de um “somos diferentes sim, e por que não nos tratarmos e respeitarmos assim?”.

Para finalizar, uma dica. Para você que acha que o Brasil e o seu povo não são dignos de você. Para você que adora dizer: eu tenho vergonha de ser brasileiro. Há uma chuva de ofertas de emprego no Canadá. A Europa facilitou a entrada de estrangeiros nos últimos anos frente à crise. Os EUA facilitaram a concessão de vistos aos brasileiros. Então, amigo: vá e seja feliz! Porque aqui, devo lhe dizer, não vai mudar nada. Infelizmente. E a tua opinião a respeito disso, sinceramente, só tem a piorar as coisas.

abr
25

Dia desses meu pai comentou comigo que havia visto uma reportagem sobre o escritório do Google em São Paulo, mostrando como os caras pensam diferente da maioria das empresas. O escritório é super moderno, com refrigerante à vontade, áreas abertas para reuniões, onde os participantes conversam descoladamente, andando por jardins tomando seus cafés da Starbucks, redes para tirar um cochilo, videogames, mesas de pinball, entre outras maravilhas.

Tenho visto cada vez mais empresas (inclusive a que eu trabalho) copiando, mesmo que timidamente, o tão almejado modelo Google de ser. O problema é que essas empresas buscam ideias isoladas, e não uma nova cultura organizacional. E é aí que está o perigo.

Minha primeira dica para empresas que pensam que somente um ambiente mais descolado de trabalho irá motivar seus funcionários ou que irá aumentar a qualidade do seu produto/serviço oferecido é a seguinte: renovem o seu quadro de funcionários.

Sim, isso mesmo. Desenvolvam primeiro um processo de contratação efetivo, ofereçam bons salários e benefícios e contratem somente profissionais altamente qualificados. E quando eu digo ALTAMENTE eu quero dizer: somente os fodões. E conte inicialmente somente com as indicações dos seus melhores profissionais. Eles sabem quem são OS CARAS.

Na sequência, DEMITA. Sim, demita sem dó. Mande embora suas laranjas podres. Profissionais iniciantes e jovens sim devem ser treinados e moldados. Profissionais com experiência e com baixa performance devem SIM ser demitidos. Reforce o seu concorrente. Recoloque aquele seu cara ruim em uma vaga no seu concorrente. Logo você irá agradecer.

E lembre-se: nenhum processo (ou salinhas de videogame) é capaz de conter gente incompetente e mal qualificada.

jan
26

rede-globo-nao1
Ano passado foi o tal do Bom Senso FC. Um grupo de futebolistas que pedem mudanças drásticas no calendário do futebol brasileiro devido ao grande número de jogos, entre outras coisas.

Essa semana foram os jogadores de vôlei revoltados porque a final da Copa Brasil de vôlei masculino não foi transmitida para o estado de SP, preterida pela final da Copa SP de futebol junior.

Basicamente, os esportistas estão dizendo algo como “Rede Globo, sua desgraçada! Valoriza mais o nosso esporte! Atenda às nossas vontades!”. Sim, porque a emissora carioca é, querendo você ou não, quem manda nesse país, em todos os sentidos.

O que mais me intriga nessa história toda é ver que os verdadeiros beneficiados pela emissora são os que estão reclamando por aí. Sim, porque ambos os esportes só existem no nosso país porque a emissora é quem mais injeta dinheiro nos clubes de ambos os esportes. Infelizmente o esporte depende muito mais da TV do que o contrário. Não vejo ninguém reclamando que os clubes nunca conseguiram montar um modelo de negócio que sobreviva independente dos direitos de transmissão dos eventos.

Sinceramente, será que os atletas sentem que possuem um poder de barganha maior do que o da TV? Chora menos quem pode mais. Eu reconheço todos os seus feitos como atletas profissionais, mas chega uma hora que esse tipo de reclamação me parece coisa de gente mimadinha. Jogadores de futebol com salários astronômicos revoltados por jogar 2 vezes por semana? Será que alguém se habilita a reduzir seus salários?

Também acho uma vergonha o que a Rede Globo faz, em todos os sentidos, e não somente nos esportes. E por isso mesmo eu simplesmente a ignoro. Mas se ela fosse responsável por pagar o meu salário, eu simplesmente me recolheria e aceitaria suas decisões. Ou mudava de emprego. Que tal?

jan
26

Todo final de ano os nossos políticos resolvem nos presentear com alguma surpresinha de última hora, que sempre vem a causar revolta no povo que pensa. Seja um aumento salarial dos nossos parlamentares, seja a criação de um novo imposto, tudo sempre aparece nos últimos dias do ano, quando nós sempre achávamos que tudo já tinha sido resolvido durante o ano todo.

Esse ano, o Ministério da Fazenda anunciou o aumento da alíquota de IOF para cartões pré-pagos no exterior, de modestos 0,34% para 6,34%. Basicamente, eles multiplicaram a alíquota atual por mais de 17 vezes (são 1764% de aumento, para ser mais exato) e enfiaram isso goela abaixo do contribuinte, com a justificativa de que essa é a mesma alíquota utilizada para compras com cartão de crédito no exterior, visando diminuir a utilização de um meio de pagamento em detrimento a outro.

Bem, para os mais entendidos, a real é que o brasileiro têm gastado cada vez mais no exterior e o governo estava doidinho pra morder algo desse montante todo.

Basicamente, esse aumento de imposto afeta mais a nova classe média (na qual eu me incluo), que hoje tem muito mais facilidade de viajar ao exterior do que tinha antigamente. Essa mesma classe média é o povo que mais utiliza a internet e, consequentemente, as redes sociais hoje em dia. Não é de se estranhar que choveram reclamações na semana passada com mais essa manobra do governo.

Eu não vou chover no molhado aqui.

Minha única bronca nisso tudo é perceber como nossos políticos são BURROS. Aliás, são BURROS pra CARALHO!!! E quem paga por essa burrice somos nós, contribuintes, para contribuir com os BURROS que, para piorar, são FILHOS DA PUTA. Sim, porque o BURRO só, por definição, não é maldoso. Mas esses ainda são FILHOS DA PUTA, e aí sim passam a me incomodar.

Será que alguém já se perguntou por que estamos gastando tanto dinheiro no exterior? Não é preciso ser muito esperto para notar que estamos, nós brasileiros, ganhando mais do que ganhávamos antes. Temos um poder econômico maior. Mas os BURROS não tentam entender porque as nossas DILMAS estão sendo transformadas em OBAMAS e sendo gastas lá fora. Não tentam encontrar um meio de manter essas DILMAS dentro de nossas fronteiras, gastas com nossos produtos, feitos nas nossas empresas, gerando riqueza para o nosso país.

E aí eu pergunto: por que nossos governantes têm tanto medo de desenvolver o país? Estamos fadados ao fracasso eterno. Ninguém quer ser grande. Ser grande é precisar assumir responsabilidades. É ter trabalho. E isso é uma coisa da qual brasileiro nenhum gosta…

dez
23

Eu sempre achei estranho pessoas terem como ídolos certas celebridades. Acho legal admirar o trabalho que alguém faz bem feito, mas idolatrar “personalidades” para mim beira o ridículo. Não consigo entender se é falta de amor próprio, ou falta de ter o que fazer.

Leia-se “idolatrar” por passar dias dormindo em uma barraca à espera de um show de um cantor, ou enviar cartas de amor para uma celebridade, ou ser frenético(a), ou colocar seu trabalho ou relacionamento pessoal em jogo por um terceiro que está cagando para sua existência, entre outros. Tudo isso para mim é estranho.

Eu, graças a Deus, nunca precisei disso. Isso porque meus ídolos sempre estiveram muito próximos. Dentro da minha casa. Porque eu não idolatro ninguém pelo trabalho ou pelas habilidades profissionais que possuem. Meus ídolos simplesmente nasceram assim, com dons divinos. Esses caras sim mereceriam pôsteres e cartas de amor. Mereceriam aparecer na TV para que todos soubessem como eles são bons. E vão merecer homenagens póstumas quando não estiverem mais entre nós. E sim, merecerão fãs clubes ao redor do mundo, porque eles sim são dignos.

Quisera eu ser tão inteligente quanto meu pai. Ou ter tanto amor pela vida quanto a minha mãe. Ou ser tão determinado e destemido quanto minha irmã. Ou ser um cara tão bondoso quanto foi meu avô Laerte, ou meu tio Carlão, ou meu primo Luiz Carlos (não conheci meu avô Antônio, mas pelo que consta, sua alma vive dentro desses dois últimos mencionados). Ou ser tão carinhoso quanto meu primo Luis Cláudio. Ou me importar tanto com os outros, a ponto de ser um espelho e um porto seguro para os que estão ao seu redor, como é o Luiz Antonio. Ou ter metade da sabedoria e tranquilidade da minha madrinha Maria do Rosário. Ou ter um pouquinho só do carisma da Lurdão, ou dos meus primos Fernanda e Diego. Ou ser tão engraçado quanto meu tio Juca e minha prima Carol. Ou ser tão atencioso quanto minha tia Carmo. Ou um dia poder construir famílias tão unidas como a da minha tia Eliana e do meu primo Alberto. Ou ser tão ávido por conhecimento como é o Carlos Ricardo. Ou ser tão lúcido e consciente como é a tia Ângela. Ou tratar tão bem as pessoas como faz minha prima Ana Paula.

Enfim, cada um tem um pouquinho a me ensinar. Talvez eles nem saibam o quanto são importantes para mim. Mas seus ídolos também não sabem. A diferença é que os meus estão ao meu lado para o que der e vier, por toda a minha vida. E isso faz deles diferentes.

dez
21

Estava aqui pensando que ainda não escrevi nada sobre esse ano que se encerra, como tradicionalmente faço há alguns anos. A correria desse final de ano não tem me deixado pensar muito bem nas coisas, não tenho lembrado de muitos compromissos e dívidas que tenho… enfim, está sendo uma época bem turbulenta. Não gosto muito de escrever quando estou influenciado por fortes emoções, ainda mais na minha tradicional retrospectiva. Mas ainda assim me sinto nessa “dívida moral” com meus amigos.

E até que 2013 foi um ano recheado de ótimas surpresas. Muitas conquistas pessoais, graças a Deus. Consegui 2 férias e 2 viagens sensacionais num mesmo ano, o que é cada vez mais raro nesse mundo workaholic onde vivemos.

Muitos novos bebês chegaram ao mundo (aliás, diga-se de passagem, o mundo acabará em bebês!). Muitos amigos sendo agraciados com novos pimpolhos. E isso é bom, pois cada criança que chega ao mundo faz com que minhas esperanças em um mundo melhor se renovem. Não sei porquê, mas sempre espero o melhor.

Assisti ao último show que faltava na minha lista. Mesmo com um som de bosta, o Black Sabbath é surpreendente.

A Dani e o Douglas casaram e fomos padrinhos! Finalmente! Parecia que não chegava nunca!

Tomei gosto pelo ciclismo. Até que enfim um exercício físico que me agradou, além do tradicional levantamento de copo.

Decidimos botar em prática um plano de ter filhos (embora a Dona Juliana insista em querer mudar de ideia).

Enfim, nossa vida não pára nunca e passamos cada dia mais a buscar novidades para não viver na monotonia. E é isso que eu desejo para todos vocês, meus amigos de sempre. Desejo que todos estejamos sempre nos reinventando, buscando o novo, experimentando, fracassando (por que não?) e aprendendo novas lições. Reclamem menos e façam mais, mudem mais. O mundo precisa disso.

Que o seu Natal seja maravilhoso e que o ano de 2014 seja, como sempre, o melhor ano de nossas vidas.

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